Erick Silva testa positivo para Covid-19

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Com 11.494 infectados (dados do Ministério da Saúde até as 11:00 desta segunda feira) pelo novo coronavírus no Brasil o país segue em alerta. Em entrevista para o site Combate, o lutador Erick Silva afirmou que testou positivo para o covid-19, além de sua esposa Isabela, 23, seus filhos Carlos, de apenas cinco meses, e Kalleu, de 10 anos, sua cunhada Carol, 26, e seus sogros Arilton, 58, e Jô, 52.

Ainda segundo Erick, todos estão bem e seguem se recuperando em quarentena no Rio de Janeiro.

“Todos estão muito bem. A preocupação maior é a falta de informação, a ansiedade. Agora está todo mundo mais tranquilo. Até pedimos para as pessoas que trabalham na casa não virem, ficamos duas semanas entre a gente para isso passar. Seguimos as recomendações dos médicos”, disse Erick.

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O primeiro a apresentar sintomas foi seu filho Carlos, de cinco meses. O mesmo já está recuperado.

“O primeiro a dar o alerta foi o Carlos. Teve estado febril de 37,7 graus, mas acabamos dando remédio para ele, Tylenol Baby, falamos com o pediatra dele, e o Carlos parou na hora. Quem foi assintomático foi o Kalleu, meu filho de 10 anos. Não teve nenhum sintoma, está pulando, tranquilo, nem preocupação ele teve. Depois do estado febril do Carlos, a única coisa que apresentou foi uma diarreia, mas ficou mais tranquilo. Ficamos na agonia de querer saber, até então preferimos ficar um pouco mais quietos, isolados, para a gente entender o que estava acontecendo e não criar tanto alarde”, revelou o lutador do Bellator.

Sem nenhum caso de falta de ar extrema, a família manteve apenas isolamento social. Todos fizeram o teste e foi confirmado a contaminação. Erick ainda contou que ele e sua cunhada foram os que mais apresentaram sintomas graves, como falta de ar, entretanto logo melhoraram o quadro. A ausência de paladar e olfato também atingiu a família.

“A gente tem um amigo que é médico, ele acabou fazendo com que a gente fizesse os exames, mesmo assim pediu para ficarmos em casa para os dias passarem. Todo mundo aqui fez, acabou que constou (o Covid-19) e, por recomendações médicas, ficamos em casa mesmo, isolados de todo mundo, na quarentena. O risco maior era o meu sogro, por ser hipertenso. A preocupação maior dos médicos e da família foi em relação ao meu sogro e sogra pelo que escutamos falar na mídia. O que mais preocupou foi a falta de informação no começo. Fiquei desesperado porque nunca tinha acontecido comigo. Quando faltou o paladar de todo mundo da família, eu gosto de cozinhar, não conseguia diferenciar curry do açafrão, isso nunca aconteceu comigo. Foi com todos ao mesmo tempo, foi muito estranho. Eu e minha cunhada, Carol, de todos aqui fomos os que mostramos uma coisa mais grave, com falta de ar. No restante não, foi só falta de paladar e olfato, depois das dores. O início de todos foi com cansaço e dor no corpo, dois, três dias de dor de cabeça, dor no olho. Quando todo mundo perdeu o paladar, começamos a nos ligar. Isso foi depois de quatro dias dos primeiros sintomas”, contou Erick em entrevista para o site Combate.

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