Depois de uma vitória extremamente dominante do Khabib Nurmagomedov (Nurma para os íntimos). O Edson Barbosa tem a missão de permanecer entre os tops da divisão encarando o marrento Kevin Lee.

O Kevin Lee ganhou alguma projeção no evento ao vencer o brasileiro Francisco Trinaldo Massaranduba. O lee falou que “resolveu um problema do UFC”, ao vencer o Massaranduba pois ele não “vendia”. O que seria um problema para o UFC pois o Massaranduba vinha de 7 vitórias em sequência!

Já o Edson vinha de 3 vitórias acabou sendo anulado pelo Nurma, perdendo sua chance de title shoot. Porém o Edson possui em seu cartel vitorias sobre bons nomes como: Paul Feder, Gilbert Melendez e Anthony Pettis. Já o Lee, embora toda a marra, podemos destacar apenas o Massaranduba e o Michael Chiesa.

O Lee possui um jogo de pressão e usa o Wrestling para manter a luta no chão para pontuar ou finalizar. Já o Edson faz uso do seu Muai Thai, que o coloca entre os melhores da divisão.

Para o Edson, o Lee é um bom oponente para manter-se entre os tops. Para o Lee também é um bom negócio, pois ele tem potencial e ainda é jovem, precisa de um nome de peso em seu cartel de vitórias, o Edson tem esse nome de peso.

Claro que existe um vale enorme entre o Nurma e o Lee. E certamente o Edson não será levado para o chão como em sua última luta. O que deixa o Lee sujeito aos leg kicks e chutes rodados do Edson.

Dia 21 de abril no UFC Atlantic City poderemos ver essa grande luta e poderemos torcer para a redenção do Edson Barbosa. Porém não visualizo outro resultado que não seja a vitória do Brasileiro.E ainda conto com um nocaute do Brasileiro sobre o americano!

Confira os 5 brasileiros que devem brilhar em 2018

O ano de 2017 não pode ser considerado um bom ano para os Brasileiros no UFC. Nossos maiores campeões foram derrotados e fechamos o ano sem nenhum cinturão masculino. Porém na divisão feminina é o inverso, das 3 categorias, 2 tem campeãs Brasileiras. pensando nisso, enumeramos 5 brasileiros que tem de tudo para bilhar nesse ano.

Confira a lista dos 5 brasileiros que devem ter um grande ano no UFC!

Cris Cyborg

Cyborg revela provável data da luta contra Amanda
Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Dando continuidade ao incrível ano de 2017, a Cris Cyborg deve ter mais um ano incrível no UFC. Onde muito possivelmente irá fazer uma super luta contra a Amanda Nunes. Analisando o jogo da Cyborg contra o jogo da Amanda, só temos vantagem para a Cyborg. Caso realmente o confronto se materialize, certamente continuaremos a ver a Cyborg campeã.

Rafael dos Anjos

Presidente do UFC confirma que Rafael dos Anjos enfrentará Tyron Woodley
Foto: Bruce Fedyck-USA TODAY Sports

Provavelmente o Brasileiro com mais chance de conquistar o cinturão em 2018. O duelo contra o Tyron Woodley já está confirmado pelo UFC. Considerando o momento do Rafael dos Anjos, embora o Woodley seja um duríssimo. Deveremos ver o brasileiro campeão dos meio-médios. E ainda quem sabe fazer uma super luta com o Georges St-Pierre ainda neste ano!

Leia mais:
Dana diz que estado de Robert Whittaker é grave
Cyborg revela provável data da luta contra Amanda
Rampage e Sonnen faturaram quase R$2 milhões de reais em bolsa por luta no Bellator 192
 

Paulo Borrachinha

Paulo Borrachinha atropela e vence Johny Hendricks por nocaute
Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Com direito a muita marra e também muito talento. O Brasileiro Paulo Borrachinha deve continuar sua ascensão nos médios. Atualmente o borrachinha figura no 15º lugar do Ranking dos médios. Nesse ano muito provavelmente irá fazer pelo menos duas lutas contra atletas top 10. E confirmando seu talento, é possível que encerre 2018 com seu title shoot agendado.

Glover Teixeira

Imagem: Getty Images

Embora venha alternando vitorias e derrotas, o Brasileiro Glover Teixeira pode vir a ter seu Title-shoot muito mais devido à pouca movimentação da categoria dos meio-pesados. Mas seria complicado considerando os seus possíveis adversários (Comier, Oezdemir e Gustafsson) o Glover fica atrás deles.

Raphael Assunção

Raphael Assunção (Foto: UFC)

Figurando no top 3 dos galos. O Raphael Assunção que vem de 3 vitórias seguidas, e sua última derrota foi justamente contra o atual campeão TJ Dillashaw. É bem provável que o Brasileiro tenha seu title-shoot ainda neste ano.

Deixe sua opinião nos comentários! Qual desses deve nos frustrar? Quem não foi citado e pode surpreender?

Depois da vitória do Gastelum sobre o Bisping no UFC China quais serão os próximos passos do americano nos médios?

Considerando que ele foi derrotado recentemente pelo Chris Weidman, não deve ter seu title-shot antes de conseguir emplacar 3 vitórias consecutivas. Lembrando que essa categoria tem outros postulantes ao Cinturão que devem estar à frente do Kelvin, como o Rockhold e Brunson. Então listamos 4 futuros prováveis para o americano, deixe seu like e comente no post!

Leia mais:
UFC Fight Night 122 – Suspensões Médicas: Gastelum pega sete dias de gancho
UFC Xangai: Gastelum, Jiangliang, Zabit e Yadong garantem prêmios de performances

Lutar contra alguém menos Rankeado

Para conseguir chegar no número mágico de 3 vitórias consecutivas para conseguir o title shot. E uma boa estratégia comumente adotada é pegar alguém menos ranqueado. Um bom nome para isso seria o Lyoto Machida, que é um grande nome no UFC, porém não vive um bom momento. Entretanto ambos treinam na mesma academia, a Kings MMA, e isso provavelmente seria impeditivo para o confronto. O que pode levar o Kelvin a pegar alguém que não figura nos top 15.

Yoel Romero ou Jacaré?

Tanto o Yoel Romero quanto o Jacaré já estão na casa dos 40 e estiveram próximo de disputar o Cinturão e tiveram o mesmo algoz, o Robert Whittaker. Certamente agora serão testados para virarem “escada” da divisão. Para quem não conhece, “escada de divisão” são lutadores reconhecidamente bons, alguns ex-campeões, que não devem disputar o título em breve. Normalmente são lutadores da casa dos 38 – 40 anos. Eles servem de “escada” para lutadores mais jovens com chance de disputar cinturão se promoverem. Na divisão dos médios temos o Vitor Belfort, Anderson Silva e o Lyoto Machida (só brasileiros L).

Os próximos candidatos da divisão a virarem “escada” são Yoel Romero e o Jacaré. Porém ser usado como escada também pode ser uma forma de se-reerguer. O que pode ser uma esperança tanto para o Yoel Romero quanto para o Jacaré. E também é uma oportunidade para o Gastelum.

Essa soma de fatores ajuda muito a vermos um dos dois (Romero ou Jacaré) encarando o Gastelum em breve.

Disputar a preferência em um Title-shot com o Rockhold

Lembrando que o Gastelum é querido pela organização do UFC (3 main-event somente em 2017!). Pode ser que com duas vitórias consecutivas ele dispute o cinturão. Mas para isso ele teria que enfrentar alguém de peso, e o melhor candidato para isso seria o Luke Rockhold.

Porém o Rockhold seria o adversário mais difícil da divisão para o Gastelum. Rockhold é alto, boa envergadura, defende quedas muito bem e tem um ótimo jogo em pé e no chão. Certamente seria um oponente dificílimo, o que não seria um bom negócio para o Gastelum. Uma derrota do Kelvin agora, iria postergar uma disputa de cinturão por alguns anos.

Gastelum e title-shot agora?

Praticamente impossível, além de vir de apenas uma vitória, tem muita gente na frente, como falei anteriormente. A única chance seria em uma substituição de algum desafiante machucado, porém o Kelvin tem um histórico de dificuldade para bater o peso e dificilmente conseguiria bater o peso com um desafio marcado de última hora.

Fabrício Werdum e seu sonho de reaver o cinturão do UFC

Um dos maiores nomes do MMA nacional. Werdum tem a chance de obter seu title-shot contra o russo Alexander Volkov no próximo dia 17/03 em Londres.

Com um jogo de trocação afiado pelo Rafael Cordeiro da Kings MMA, uma das melhores academias de MMA do mundo. Na Kings MMA temos outros grandes nomes do UFC como o Kelvin Gastelum, Lyoto Machida, Mauricio Shogun e Chinzo Machida.

Leia Mais:
TOP 5: Os lutadores mais altos da história do MMA
Confira todos os salários do UFC 222
Paulo Borrachinha sofre lesão, e é retirado do UFC Atlantic City

Além disso, sendo um verdadeiro faixa preta de Jiu-Jitsu. O Fabricio Werdum possui uma combinação de qualidades incomum na categoria dos pesados.

Essa combinação já o levou ao cinturão contra o Cain Velasquez, porém depois dessa luta, o Werdum foi derrotado pelo Miocic e pelo Overeen. E em suas vitórias, não vimos boas apresentações no ultimate, mesmo vencendo acabou não convencendo.

Já o Volkov vem de uma importante sequência de 5 vitórias (sendo 3 no UFC), a última em cima do Stefan Struve no UFN 115. Dono de mãos pesadas, o Volkov embora perigoso, não parece páreo para o Werdum em pé, no chão nem precisa comentar.

Isso na teoria deixa o Werdum com boa vantagem na luta e quem sabe a esperada revanche contra o Miocic. Revanche essa que seria a luta mais interessante da categoria dos pesados no momento. Já que o Cain ainda está machucado, o Overeem e o Ngannou foram derrotados pelo campeão recentemente.

Sendo assim, é bem provável que veremos o Werdum vencendo seu próximo duelo e se credenciando para o title-shot contra o Miocic em uma revanche épica!

Carreira de Fabrício Werdum

Aos 40 anos de idade, o gaúcho apelidado de ‘Vai Cavalo’ tem um vasto cartel e um nome de peso. O brasileiro é muito respeitado no esporte e tem seu nome cravado na história do esporte. Como profissional lutou 31 vezes, dessas saiu vencedor em 23 oportunidades, perdeu 7 e tem 1 empate.

Neste final de semana veremos uma das maiores lutas da história do MMA Feminino:  Cyborg versus Holm no UFC 219. Será que seria possível vermos a Holly vencer a brasileira e nos tirar esse cinturão?

Não há dúvidas de que a Cris Cyborg é um dos maiores nomes do MMA Feminino da história. Sua agressividade, estilo e força lhe rendeu inclusive o apelido de “Wanderlei Silva de Saias”. Ela agora terá pela frente a Holly Holm, ela que chocou o mundo ao vencer a Ronda Roussey.

Mesmo sendo comparada ao Wanderlei Silva, a Cris vem evoluindo muito seu jogo. Em sua última luta contra Tonya Evinger conseguiu cadenciar mais o jogo, controlando o ritmo da luta. Porém sua adversária, não conseguiu por um momento sequer, ameaçar a campeã. Assim como a maior parte das outras adversárias que já enfrentaram a Brasileira.

Indiscutivelmente, a Cris está em um patamar diferenciado se comparado com todas as suas outras adversárias. Sempre colocou um ritmo agressivo e conseguiu domina-las na base de agressividade, volume e muita força.

Já a Holly Holm também está em um nível diferenciado, com seu jogo de ampla movimentação e golpes táticos e contundentes. Isso faz da Holm certamente, o maior desafio da carreira da Cris Cyborg.

O estilo da Holm provavelmente é o mais perigoso para a Cris Cyborg. Seu misto de movimentação e precisão podem levar a luta a um patamar inédito para a Cris: encarar um jogo tático.

Certamente a Cris já espera por isso e deve ter montado uma estratégia para vencer a Holm. Apostaríamos em um jogo de muita pressão e volume no melhor estilo Cyborg de lutar, seria muito arriscado querer cadenciar o jogo justamente com a Holm, que é especialista nisso.

Com certeza teremos uma das melhores lutas da história do MMA feminino, e não será nada fácil para a Cyborg. Ainda há uma pequena vantagem para a Cris, mas não se enganem, a Holm tem muitas condições de bater a Cyborg e chocar o mundo mais uma vez.

Depois do último UFC São Paulo onde o Colby Covington derrotou nosso Demian Maia e na sua entrevista do pós-luta causou polêmica ao xingar a torcida Brasileira e o próprio Brasil afirmando que os brasileiros são “animais imundos” e chamando São Paulo de “chiqueiro”. Uma atitude vergonhosa de um “artista marcial” que almeja ser campeão um dia.

Por enquanto a organização do UFC finge que não está acontecendo nada. Até o momento não foi anunciada nenhuma punição ao Colby Convington. Diferente do que ocorreu com o brasileiro Fabricio Werdum quando ofendeu o Tony Fergunson de “maricón”, onde rapidamente a organização se posicionou.

Mas depois do episódio recente em que o Werdum quase “punia” ele mesmo o Colby. O Werdum ainda levantou a questão de que o Colby seria racista e teria preconceito contra os latinos. Em resposta, o americano foi até as redes sociais em uma live no facebook e chegou a chamar o Werdum de “bicha”. Até mesmo o ex-campeão Jon Jones se posicionou defendendo o Werdum em suas redes sociais. Ele escreveu: “- Desprezo o racismo. Bom trabalho, hoje Fabricio Werdum. O cara teve a audácia de te chamar de “bicha”, assim como está repetindo isso em seu ao vivo no Facebook”.

Com essa última do Colby, seria muita contradição do UFC não se posicionar pelas polêmica gerada pelo americano. Aparentemente o Coldy está tentando promover uma luta que lhe dê o direito de disputar o cinturão. Mas não seria uma tarefa muito simples para ele. Na frente temos o vencedor de Lawler vs Dos Anjos e o Stephen Thompson que venceu o Masvidal.

Vamos aguardar e ver se a organização do UFC irá tomar uma providência. Pois essa forma de promover lutas ofendendo diretamente um país como o Brasil, que possui grande tradição no evento, é no mínimo irresponsável.

E além disso, como diria o Wanderley Silva, no Brasil temos um ditado: “Respeito mantém os dentes no lugar.”. Parece que o Colby terá que aprender isso na prática.

Feminismo no MMA: como o mundo das lutas está reagindo

Feminismo é um tema presente em praticamente todos os aspectos do nosso cotidiano. Seja de forma explicita, como campanhas e ações, ou de forma dissimulada, como preconceito e segregação. Na cultura Brasileira, são poucos os esportes que conseguem notoriedade tanto em suas modalidades femininas quanto nas modalidades masculinas. Nos dias de hoje, o MMA feminino já tem grande destaque e em muito se equipara ao MMA masculino.

Em outras esferas da sociedade, para promover o empoderamento feminino foram necessárias campanhas, conscientização, e até mesmo leis criando “cotas” para inclusão das mulheres em determinados momentos.

Já no MMA, nunca ouve sequer campanhas relevantes para promover o empoderamento feminino. O que houve foi uma evolução natural das técnicas e habilidades das lutadoras o que trouxe com a mesma naturalidade a atenção dos expectadores. E quando falamos de atenção, também estamos falando de dinheiro.

Leia mais:
5 Brasileiros que devem ter um ótimo 2018 no UFC
– Cyborg revela provável data da luta contra Amanda
– Rampage e Sonnen faturaram quase R$2 milhões de reais em bolsa por luta no Bellator 192
Foto: Getty Images

Se formos pensar no início da década, as lutas femininas não eram tão interessantes de fato. Faltava técnica, faltava resistência, mas nunca faltou combatividade. De início a combatividade acabava atraindo mais expectadores do que pelo nível técnico em si. Foi com a ascensão da super campeã Ronda Roussey, que o esporte deu um salto de qualidade e de visibilidade.

As bolsas subiram, a qualidade técnica melhorou, a quantidade de mulheres em academias de luta aumentou consideravelmente. Observando os eventos numerados do UFC em 2017, tivemos 9 eventos cuja luta principal foi masculina e 3 eventos que foi feminina.

Em 2016 foram 11 masculinos e 2 femininos e 2015 foram 10 masculinos e 3 femininos (todos com a Ronda). Se considerar que temos 8 categorias masculinas e 3 femininas, e nos anos de 2016 e 2015 eram apenas 2 femininas, vemos uma clara paridade.

Hoje em dia, as lutas femininas são tão interessantes quanto as masculinas. Vemos nocautes épicos, finalizações de alto nível, tudo para atrair os Fãs. E para nós brasileiros, tem sido bem melhor ver Amanda Nunes e Cris Cyborg do que os nossos representantes masculinos.

O debate sobre feminismo é complexo e merece plena atenção da sociedade, o caso do MMA é um exemplo de que nem sempre é necessária alguma intervenção em nível de lei ou campanha para empoderar a participação das mulheres no esporte. Mas isso não significa que em outras esferas não seja necessárias campanhas que promovam o empoderamento feminino. No caso do MMA, bastou passar a atrair fãs para alcançar o status atual e encabeçar os main-events.

Na véspera da revanche entre Max Holloway e José Aldo pelo cinturão dos penas, fizemos uma análise sobre o que se pode esperar dessa luta

Neste final de semana teremos a revanche entre Max Holloway e José Aldo pelo cinturão dos pesos-pena. Mas o que podemos esperar? Afinal no último confronto o Holloway não deixou margem para dúvidas sobre seu desempenho.

Antes de mais nada, uma coisa merece ser destacada. Finalmente o UFC respeitou a história do Aldo e lhe concedeu uma revanche imediata. Mesmo sendo por uma substituição, o Ultimate escolheu o Aldo como primeiro desafiante do Holloway.

Na última luta, além do fato do Aldo não ter chutado o Max, revelando uma lesão após a derrota. Vimos um Aldo um pouco apático no segundo e terceiro rounds. Não lembrava o Aldo que vimos recentemente (por exemplo), na vitória sobre o Frank Edgar. Percebe-se nível de concentração e atenção do Aldo observando bem suas mãos, dá para perceber um movimento repetido e os punhos mais firmes, se observarem principalmente o terceiro round da luta contra o Holloway, ficará nítido que ele não estava com o mesmo movimento, o que revela seu distanciamento da luta.

Leia mais:
Aldo nem teve sua revanche ainda, mas já mira trilogia com Holloway
Conor McGregor pode estar correndo risco de morte diz jornalista
José Aldo esbanja confiança para revanche 

Já o Holloway estava 100% na luta. E por ser um oponente de altíssimo nível, se o Aldo não estiver no seu melhor, o “the blessed” terá vantagem. E alguns segundos assim podem ser suficientes para um nocaute.

Se tivermos um Aldo como o que vimos em outras apresentações, focado e llivre de lesões serias, dificilmente o Holloway terá chance. Mas se o Aldo vier diferente de 100%,  certamente o resultado dessa luta não será diferente da anterior.

As principais notícias do esporte que mais cresce no mundo, em um só lugar. 

Contate-nos:  

[email protected]

© Copyright 2015-2018 Tudo Sobre MMA| desenvolvido por: Vedrak Devs