Após ter promovido mais de 50 edições aqui no Brasil ( 59 eventos segundo os conceituados sites Sherdog e  Tapology ) o Aspera FC deverá retomar a promoção de shows no mercado nacional de MMA muito em breve.

Outra novidade é que, depois de meses de negociação, Marcelo Brigadeiro, Presidente e CEO do Aspera FC, vendeu uma participação da organização para um forte grupo de investidores asiáticos e com o novo aporte financeiro que recebeu acaba de lançar o Aspera Fighting Championship Asia. Agora o evento contará com a realização shows mensais por todo o continente asiático.

Essa nova empreitada se dará em conjunto por Marcelo Brigadeiro, Ferdie Munsayac, Rizvan Ali e equipe na Ásia.

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Marcelo Brigadeiro também foi contratado pela MTK Global, uma das maiores agências esportivas do mundo. Além disso está à frente do departamento de MMA da mesma, denominado MTK Global MMA.

Assim sendo, ele teve que organizar toda a operação da empresa, uma vez que esta conta com 8 escritórios espalhados por todo o mundo e mais de 200 atletas. Lutadores dos mais variados países para serem gerenciados, o que gerou uma enorme demanda de atividades. Além de orientar os treinos dos seus atletas na Astra Fight Team e acompanhar lutadores em shows do porte do UFC e Pancrase MMA.

Reorganizar todas as suas funções não foi fácil, mas as agora o polêmico cartola está de volta ao segmento de promoção de eventos de MMA e fazendo uso da linguagem que lhe granjeou um número enorme de seguidores em suas redes sociais (além do seu canal no youtube, onde expõe sua opinião sobre os mais variados temas), já dispara a sua artilharia contra os seus adversários, bem ao seu estilo:

— Nós vamos botar para ‘foder’ no mercado nacional muito em breve. Quando eu estou quieto, estou preparando o esporro !!!
Não aprenderam ainda, caralho ???
Alguns idiotas ainda especularam sobre o fim da organização, mas agora estamos de volta ao Brasil e também iniciaremos a promoção do Aspera FC por todo o continente asiático. – Esbravejou o dirigente, em sua conta pessoal no Facebook.

A estréia do Aspera Fighting Championship Asia será no dia 26 de Agosto.  Terá como palco Mega Dance Center, em Angeles City, Pampanga, nas Filipinas.
Esse show inaugural deverá contar com estrelas locais do Pinoy MMA enfrentando lutadores estrangeiros.

Quanto à data da volta da franquia para o Brasil, ainda não foi anunciada. Porém a próxima edição nacional também deverá acontecer muito em breve.

 

Foto:  Divulgação/ Aspera FC

 

Rafael Coxinha

Com um futuro promissor, o jovem atleta Rafael Coxinha Barbosa (3v-0d), de 20 anos de idade e nascido em São José do Rio Preto, no interior do Estado de São Paulo, irá fazer sua estreia internacional no MMA Profissional.

Coxinha, como é carinhosamente chamado por seus amigos e companheiros de treinamentos, irá estrear internacionalmente no cage do evento alemão MMA Spirit, que será realizado no dia 09 de dezembro no Extreme Fight Club Arena em Griessen, na Alemanha.

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Com um cartel invicto, totalizando três triunfos em três combates, o lutador do Projeto Maquininha do Futuro Team, liderado por Bruno Moura, irá encarar o experiente alemão de 28 anos Max ‘Mad Max’ Coga (14v-8d), que tem passagens pela organização russa M-1 Global em uma luta válida pela categoria peso-pena da franquia alemã.

Coga vem de uma impressionante sequência se sete triunfos consecutivos e em sua última apresentação, nocauteou Daniel Requijo no Superior FC 18, que aconteceu no mês de setembro.

Por sua vez, o brasileiro Rafael Coxinha, que treina com a promessa brasileira da divisão dos pesos pesados João Zaiden, em seu último combate, passou o carro e nocauteou Benedito Francis Ferreira no SFC – Olimpia Fight 3 com pouco mais de três minutos do primeiro round de combate.

O Co-main event da noite, ficará por conta de Andreas Gryzwa (0v-7d), que irá encarar Niko Lohmann (6v-14d), dois lutadores com cartéis bem irregulares em suas trajetórias no esporte.

Confira abaixo o card completo do MMA Spirit vs. World: Coga vs. Barbosa:

MMA:

  • Max ‘Mad Max’ Coga vs. Rafael Coxinha Barbosa;
  • Andreas Gryzwa vs. Niko Lohmann;
  • Flamur Memedi vs Jelloul Halhoul;
  • Mo Eter vs Ali Kafi;
  • Bashir Bashirov vs Georg Bilogrevic;
  • Navruz Jukarev vs Eduard Keksel;
  • Ingashev Malik vs Ibrahim Cholo;
  • Orkan Saka vs Max Heine;
  • Umar Chapanov vs Redouan Halhoul
  • Aqel Shah Soufizade vs. TBA;
  • Samir Baja vs. TBA;
  • Tamara Platter vs. TBA;
  • Uzmann vs. TBA.
A estrela do UFC Austrália, Bec Rawlings, provou que pode acertar com a mesma força sem luvas no primeiro card do Bare Knuckle Fighting Championship ( Foto Cortesia : Ron Chenoy, USA TODAY Sports; Associated Press ).

[ CHEYENNE, Wyoming, USA  ] – Como prova de que os combates de Bareknuckle Boxing ( popularmente conhecidos como ‘boxe sem luvas’ ou boxe com os ‘punhos nus’ ) ainda não morreram, David Feldman, um ex-boxeador profissional e também Presidente e CEO do Bare Knuckle Fighting Championship ( BKFC ) reuniu alguns nomes reconhecíveis- entre estes alguns veteranos do UFC e MMA- para o primeiro show permitido ( legalizado, sancionado e regulamentado ) nos EUA desde 1889.

Batizado de “BKFC 1: The Beginning”, o show foi realizado em uma localidade cuja elevação era de seis mil pés, mais precisamente no Cheyenne Ice & Events Center, em Cheyenne, Wyoming, no último Sábado ( 2 de Junho de 2018 ).

O BKFC parece estar capitalizando em cima da polêmica causada pela excessiva violência e brutalidade, tal como o UFC em seus primórdios. Mas assim como aconteceu com o Ultimate em suas primeiras edições, os promotores do BKFC também estão vendo a sua modalidade ser classificada como um “esporte sangrento” pela grande mídia.
Segundo alguns jornalistas, o ‘slogan’ se faz necessário, uma vez as lutas proporcionaram um verdadeiro banho de sangue entre os competidores.
Isso também acabou dividindo a opinião das 2.000 pessoas ( aproximadamente ) que foram prestigiar o  violento  espetáculo, o qual havia sido banido da ‘terra do Tio Sam’ desde o final do século XIX.

O Bare Knuckle FC 1 : “BKFC 1: The Beginning” trouxe 10 lutas sem o uso de luvas, onde os atletas usavam apenas ataduras que cobriam alguns centímetros abaixo dos nós dos dedos.
Outra particularidade do show é que diferentemente de outros eventos de pugilismo, o ringue de cordas tinha o formato circular.

Os competidores incluíam os veteranos do Ultimate Fighting Championship ( UFC ), Ricco “suave”  Rodriguez, Bec Rawlings, Johnny Bedford e Estevan Payan, bem como o veterano do Bareknuckle Boxing Bobby Gunn e o finalista do torneio do Bellator MMA, Eric Prindle.

Representante brasileiro na competição, Irineu Beato Costa Jr. pegou de cara o lendário Bobby Gunn, que segue invicto no ‘boxe sem luvas’ e ostenta agora um cartel de  72-0 na modalidade.
O boxeador paulista foi derrotado por KO depois que Gunn o acertou com um gancho de esquerda ao corpo.
A luta  provocou alguma controvérsia online, já que o golpe não apareceu no ângulo da transmissão pelo pay-per-view e uma vez que Gunn se conectou com a cabeça de Irineu Beato Costa Jr. antes de deixá-lo cair.
Essa foi uma das mais estranhas vitorias na carreira de Bobby Gunn, segundo a mídia especializada norte-americana.

Destaque para a luta de Ricco Rodriguez, ex-campeão dos pesos-pesados do UFC que venceu Lewis Rumsey por decisão unânime após cinco rounds de intensa troca de golpes.

Outro veterano do UFC Joey Beltran enfrentou Tony Lopez, um lutador de MMA com quase 90 lutas, e venceu por decisão unânime após uma luta bastante sangrenta.

Entre as mulheres, a australiana Bec Rawlings – destaque do UFC realizado em seu país –   conquistou uma vitória por TKO sobre Alma Garcia no segundo round, após dominar a disputa com um justo jogo de clinche e diversos uppers aplicados ao estilo ‘dirty boxing’ : bater com uma mão enquanto dominava o pescoço.

Na luta que proporcionou o desfecho mais brutal da noite, Eric Prindle , do Bellator, foi nocauteado em apenas 18 segundos por Sam Shewmaker.

Confira abaixo os resultados do  “BKFC 1: The Beginning” que incluem :

Ricco Rodriguez venceu Lewis Rumsey por decisão unânime (50-45, 50-45, 48-47)

Joey Beltran venceu Tony Lopez por decisão unânime (49-45, 49-45, 49-46)

Bec Rawlings venceu Alma Garcia por TKO (paralisação do médico) – Round 2, 2:00

Sam Shewmaker venceu Eric Prindle por nocaute – Round 1, 0:18

Bobby Gunn venceu Irineu Beato Costa Jr. por nocaute – Round 1, 0:41

Johnny Bedford venceu Nick Mamalis por TKO – Round 2, 1:41

Reggie Barnett venceu Travis Thompson por decisão unânime (50-45, 50-45, 50-45)

Maurice Jackson venceu Dale Sopi por TKO – Round 1, 1:10

Estevan Payan venceu Omar Avelar por nocaute – Round 1, 1:57

Arnold Adams venceu D.J. Linderman por TKO (paralisação do médico) – Round 2, 2:00

O charme das Ring Girls anunciadoras das lutas do “BKFC 1: The Beginning” ( Foto Cortesia : Ron Chenoy, USA TODAY Sports – Associated Press ).
A Expansão do Ali Act

Você provavelmente conhece as duas maiores organizações de MMA do mundo, o Bellator MMA e o Ultimate Fighting Championship, mas com quase toda certeza do mundo, não deve conhecer o Muhammad Ali Act e muito menos o que podemos chamar de ‘A expansão do Ali Act’.

O Ali Act é uma Lei Federal norte americana que mudou as regras da Nobre Arte em favor dos lutadores, que com isso, conseguiram a tão sonhada proteção tanto dentro, quanto fora dos tablados de um ringue.

Começaremos nesta quarta-feira (22), uma série de reportagens sobre essa luta fora dos cages do mundo, para uma melhoria geral do Mixed Martial Arts.

Chapter 1: Conheça ‘A Expansão do Ali Act’: O Projeto de Lei vem amedrontando grandes franquias de MMA

Com passagens nessas duas organizações norte americanas, consideradas as duas maiores do mundo (UFC e Bellator), o paranaense Vinicius ‘Vina’, ou ‘Spartan’, não faz diferença, já que o mesmo, aposentado, pendurou as luvas de 4 onças mas não deixou de lutar pelo esporte, já que ao lado de grandes lendas do esporte, como o ex-campeão peso meio-pesado e peso pesado do UFC Randy ‘The Natural’ Couture, o ex-campeão dos meio-médios do extinto WSOF (MMA World Series Of Fighting) e Carlos Newton, que támbém é ex-detentor de um cinturão do UFC, está reivindicando na Corte Americana, uma expansão do Ali Act para o Mixed Martial Arts.

Com 34 anos de idade, o curitibano Vinicius Kappke De Queiroz, não entra em um cage para lutar desde fevereiro de 2016, após um controverso resultado na luta principal do Bellator 150, onde enfrentou o francês Cheick Kongo e saiu derrotado na decisão dividida dos árbitros laterais e contou que foi esse resultado,que o desmotivou de continuar sua carreira no esporte.

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Apresentando o Ali Act no Brasil:

Para esse 1º capítulo, em conversa exclusiva com o Tudo Sobre MMA, o ex-lutador paranaense, que junto com 58 congressistas, luta para implantar e sancionar a lei, explicou muito bem do que se trata essa lei e o que a expansão da mesma irá mudar no MMA caso seja aprovada primeiramente pela Câmara e depois pelo Senado Federal, para que finalmente possa chegar às mãos do atual presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.

“O Ali Act é uma lei que foi implementada, sancionada no ano 2000. Ela foi criada para tirar o poder dos promotores de eventos, que estavam ‘tirando onda’, como se tivessem escravizando os lutadores, no caso, era o ‘Don King’, ex empresário da lenda Mike Tyson.

O corpo de sanção (Sanctioning Body) no Boxe, desde 1925 já era separado do promotor, isso quer dizer que, desde essa época, o Boxe já tinha um ranking que é respeitado, da mesma forma que nós estamos propondo no MMA, ter um corpo de sanção, que seja uma terceira pessoa, e não seja mais como é no UFC e no Bellator, já que as organizações, nesse caso, são os próprios donos de seus cinturões, são seus próprios ‘corpos de sanção’.

Como no Boxe era separado, o atleta chegava em 2º, 1º no ranking, ele havia conquistado aquela posição, ele podia lutar por um promotor ou por outro, que ele continuava naquela posição, então já não era tão ruim, quer dizer que o lutador já tinha um valor, mas o ‘Don King’ começou a fazer o quê? Ele chegava no primeiro do ranking e dizia: ‘Você quer lutar com o primeiro do ranking’? E o lutador respondia: “Claro que eu quero”, e King pedia para o lutador assinar um contrato de opção, no caso, para que o mesmo promovesse suas próximas 8 lutas, para ter uma segurança de que você (o lutador) não vá pegar o cinturão e sair correndo, com isso, vale a pena investir no evento e promover o lutador.

Ai o lutador assinava por 8 lutas com ele (King), então o empresário (promotor) seria sempre o dono do cinturão, pois o 1º do ranking, para lutar com o Mike Tyson, campeão na época, assinou o contrato de 8 lutas com ele.

Se esse 1º do ranking negasse assinar o contrato, ele iria procurar o segundo do ranking e dizia, vamos promover tal cara, contra o Tyson e ele só fazia isso, se o atleta assinasse contrato com ele. Ele só promovia luta pelo cinturão para o 1º, se ele empresariasse esse lutador e é isso o que o UFC e o Bellator fazem hoje em dia.

Essas organizações fazem isso hoje, não para promover o atleta e sim para restringir os lutadores (de lutarem em outras organizações), eles lutam para conseguirem contratos de longa data com os atletas.

No ano 2000, a lenda do Boxe Muhammad Ali junto com um senador foram até o Congresso Americano, com as informações de como funcionava o mercado do Boxe e criaram essa lei, que separou o promotor do corpo de sanção e começou a obrigar o nº 1 do ranking a lutar pelo cinturão no prazo de 1 ano e só isso já iria resolver quase todos os problemas do MMA.

Se conseguirmos estender essa lei do Ali Act que protege os boxeadores, para o MMA, teríamos isso:

Os promotores seriam promotores, o ranking seria cuidado por um 3º órgão que seria um corpo de sanção, como a WBA e WBC, teríamos um ranking que teriam os atletas que poderiam lutar ou no Bellator, ou no UFC, ou no ACB, não seria como agora, ou seja, o Ali Act é a lei que foi criada para tirar o poder do promotor, para colocar o atleta em uma mesa para sentar e saber o valor dele.

Com a lei expandindo, o evento terá que ser transparente e dizer o quanto ele ganha, o quanto ele paga para os atletas, quanto ele gastou com a Arena, quanto ele faturou com a bilheteria, quanto ele ganhou de patrocínios, então à partir da hora que o promotor for obrigado a ter transparência, o atleta saberá o quanto gerou para o evento e saberá também o quanto ele deverá embolsar no MMA”.

No ano de 2016, o ex-lutador da modalidade Markwayne Mullin juntamente com o ex-campeão do Ultimate Carlos Newton, iniciaram a luta para a expansão do Ali Act para o MMA e isso você irá ler no segundo capítulo da série ‘A expansão do Ali Act’.

O BFL 55- Battlefield Fight League agitou a cena local do MMA em British Columbia, no Canadá. ( Cortesia : Divulgação BFL / MMA Sucka Media ).

O Battlefield Fight League retornou para o seu quinquagésimo quinto show e nós temos os resultados para você.

O evento principal apresentou uma batalha válida pelo campeonato de 155 libras, com Aquiles Estremadura batendo Ryan Rohovich. O co-main event colocou o ex-campeão amador Jared Revel contra TJ Koehler.

Acompanhe os resultados do BFL 55 :

O card principal profissional de quatro lutas foi composto por Ash Mashreghi vs. Nick Coughran e Tylor Nicholson vs. Damon Begg.

Juntamente com a luta pelo título, houve três outros campeonatos na sequência, como Justin Aujla-Fieldt diante de Austin Batra pelo título amador de 170 libras, Ali Wasuk lutando com Mitch Strazella pelo título amador de 145 libras e David Chen enfrentando Dion Wu pelo primeiro campeonato amador de 125 libras.

Confira os resultados completos do BFL 55 abaixo.

BFL 55-Battlefield Fight League

26 de Maio de 2018

Canada Hard Rock Casino
Vancouver
British Columbia, Canada

CARD PRINCIPAL PROFISSIONAL

Aquiles Estremadura derrotou Ryan Rohovich por Decisão Majoritária (50-45, 49-46, 47-47) – Campeonato de 155 libras

Jared Revel derrotou TJ Koehler por Knockout (Punch) aos 3:38 do primeiro round

Nick Coughran derrotou Ash Masherghi por finalização (Choke Rear-Naked) aos 2:38 do primeiro round

Tylor Nicholson vs. Damon Begg – Cancelado – Begg machucou o tornozelo antes da luta

PRELIMINARES TÍTULOS DE AMADORES 

Austin Batra derrotou Justin Aujla-Fieldt por Knockout (Punch) aos 0:40 do primeiro round – Campeonato Amador de 170-libras

Ali Wasuk derrotou Mitch Strazella através de decisão dividida (49-46, 46-49, 49-46) – campeonato amador de 145 libras

Dion Wu derrotou David Chen por Decisão Unânime (48-47, 48-47, 48-47) – Campeonato Amador de 125 libras

Bruce Khademi derrotou Daniel Olson por Decisão Unânime (29-28, 29-28, 29-28)

PRELIMINARES PROFISSIONAIS

James Foster derrotou Dean Berger por TKO (Punches) aos 4:44 do primeiro round

Mike Dechavez derrotou Micah Todd por Knockout aos 3:13 do primeiro round

SUPER LUTA

Marlan Hall derrotou Glen Cuevas por decisão unânime (30-27, 29-28, 30-27)

PRELIMINARES DE AMADORES

Casey O’Leary derrotou Amir Razavi por TKO (Strikes) aos 1:34 do primeiro round

Kody Smith derrotou Aaron Lightning por Knockout aos 1:38 do primeiro round

Max Wong vs. Huck Jones foi declarado empate por decisão dos árbitros (29-28, 28-29, 28-28)

MUAY THAI / KICKBOXING 

Omar Steffanini derrotou Mitch Burke por Decisão Unânime (30-27, 30-26, 30-27)

GRAPPLING 

Jason Giroux derrotou Joe Nathan por finalização ( Choke Rear-Naked ) após um round extra ( Overtime ).

*Fonte / Créditos : Colaborador Oriosvaldo Costa

 

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