Categoria: Notícias

Um interessante combate está sendo trabalhado para acontecer no UFC Fight Night 135. Pela divisão dos palhas, a mexicana Alexa Grasso enfrentará a americana Angela Hill. A informação foi dada inicialmente pelo site MMA Weekly.

Considerada uma promessa do MMA feminino, Alexa Grasso tentará uma nova sequência de vitórias na carreira. Aos 24 anos, Grasso possui 10 vitórias e duas derrotas. Após estrear com vitória sobre Heather Clark no UFC Fight Night 98, acabou sendo superada por Felice Herrig em fevereiro de 2017.

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Apesar de se recuperar vencendo a canadense Randa Markos no UFC Fight Night 114, Alexa Grasso acabou novamente sentindo o gosto amargo da derrota, dessa vez para Tatiana Suarez, por finalização no UFC Fight Night  129 em sua última luta.

Também com uma sequência irregular entre vitórias e derrotas, Angela Hill vai em busca do segundo triunfo seguido. Ex-Invicta FC, Angela venceu em sua última luta Maryna Moroz por decisão unânime no UFC On Fox 28. Na carreira, a americana acumula oito vitórias e quatro derrotas.

O UFC Fight Night 135 será realizado na Pinnacle Bank Arena, em Lincoln, Nebraska nos Estados Unidos no dia 25 de agosto.

CARD DO EVENTO ATÉ O MOMENTO:  

Justin Gathje x Al Iaquinta
Andrews Sanchez x Antonio Braga Neto
Eryk Anders x Tim Williams
Rani Yahya x Luke Sanders
Drews Dober x Jon Tuck

Um importante combate foi adicionado para o UFC 228. O duelo será entre Jimmie Rivera contra John Dodson pela divisão dos galos. A informação foi confirmada inicialmente pelo site MMA Fighting.

Depois de emplacar 20 vitórias consecutivas na carreira, sendo cinco no UFC, o americano Jimmie Rivera sentiu o gosto amargo da derrota pela segunda vez em sua última luta. “El Terror”, foi superado pelo brasileiro Marlon Moraes após sofrer uma nocaute brutal ainda no primeiro round no UFC Fight Night 131, no dia 1 de junho.

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Em busca de manter uma regularidade na categorias dos galos, John Dodson venceu três dos cinco embates em sua nova divisão. Na carreira, o americano enfrentou o campeão dos moscas Demetrious Johnson duas vezes e foi superado em ambas oportunidades. Em sua última luta, venceu o brasileiro Pedro Munhoz por decisão dividida no UFC 222, no dia 3 de março.

O UFC 228 será realizado no dia 8 de setembro em local ainda não definido.

FOTO: DAVE MANDEL/SHERDOG

Depois de ser dispensado pelo UFC no início do ano, o brasileiro Erick Silva já tem novo evento confirmado. O capixaba assinou com Legacy Fighting Alliance (LFA), e tem luta marcada contra Nick Barnes no dia 20 de julho no LFA 45 que será realizado no Morongo Casino & Resort, em Cabazon, Califórnia, Estados Unidos.

Erick Silva chegou no UFC em 2011, e com uma performance avassaladora sobre Luis Ramos na estreia no UFC 134, se qualificou como um grande prospecto no MMA. Apesar de lutar 15 vezes no Ultimate, o capixaba não manteve a regularidade e alternou entre vitórias e derrotas.

Em seu retrospecto mais recente, o peso-meio-médio de 33 anos acabou derrotado quatro vezes em cinco lutas, sendo superado por Jordan Mein no UFC On Fox 26, em dezembro de 2017 em sua última luta na organização.

Ex-Bellator, Nick Barnes também busca recuperação. O americano vem de derrota para Curtis Millender por nocaute no LFA 30 em janeiro desse ano. Anteriormente, Barnes havia derrotado Chad Curry por decisão dividida no LFA 20.

FOTO: Esther Lin/MMA Fighting

Sem dúvidas, um dos combates mais comentados após o UFC 225 foi o embate entre CM Punk e Mike Jackson. Ambos iniciantes, fizeram um duelo frustrante com baixo nível técnico. A luta abriu o card principal do evento em Ilinois, Chicago nos Estados Unidos durante a madrugada do último domingo (10). Apesar de Mike Jackson sair o vencedor por decisão unânime, o presidente Dana White afirmou que o lutador não irá mais lutar no UFC. O “manda-chuva” também descartou um possível retorno de CM Punk.

Em entrevista para o site Combate, o treinador de Jiu-Jitsu de CM Punk, Daniel Wanderley alegou que o ex-astro da WWE (Evento de lutas roteirizadas) não seguiu a estratégia criada pela equipe.

“Como o Mike Jackson é um cara que vem do boxe, não é um grande lutador, mas tem currículo no boxe, trabalhamos para que ele fosse para o chão, onde o Punk teria mais condições de ganhar a luta. Na opinião da gente, ele deixou a emoção levar, foi para a trocação franca no começo e evitou aplicar a queda. No fim do round, conseguiu (a queda). Acho que foi o melhor momento dele na luta, quando estava por cima, batendo no ground and pound. Depois, deixou o Jackson sair e acabou o primeiro round. Vi aquela brecha e falei: “Essa é a maneira de ganhar a luta, vamos continuar nosso plano de jogo”. Ele falou que tudo bem, mas foi de novo para a trocação. Acho que estava com muita vontade de ganhar, o Mike Jackson falou muita besteira na internet, mas, no todo, ele lutou com raça e coração. Faltou estratégia. Agora acho que ele não vai lutar mais. Na minha opinião, ele tinha que parar”.

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Com duas disputas de cinturão, card do Batalha MMA 13 é divulgado 

Ainda segundo o treinador, CM Punk sentiu a pressão da torcida durante a semana da luta. Muito popular por sua passagem brilhante pela WWE, o americano quis provar que merecia a chance, mas acabou se abalando com a ansiedade.

“Acho que a ansiedade atrapalhou. Ele estava com um processo na justiça. Na semana da luta, na terça-feira, ele não foi nem treinar porque ficou a manhã toda na audiência, chegou muito tarde, estressado, graças a Deus ganhou a audiência, mas não treinou. Acho q isso não afetou. O que afetou foi a pressão , muitos fãs, muita gente falando ao redor, lutadores também… Ele estava querendo mostrar o serviço porque tinha muita gente falando que ele não merecia estar ali. Ele estava ali por uma razão, é bem popular, as pessoas queriam vê-lo, mas atrapalhou a performance dele”.

Com duas lutas e duas derrotas no MMA, Daniel relatou sobre uma possível migração prematura de CM Punk para as artes marciais mistas.

“Como ele é muito famoso no WWE, acho que não valeria a pena começar no amador e subir, até pela idade dele, ia demorar bastante. Por ele ter um porte atlético bom, acharam que podia se sair bem. Vem treinando bastante nos últimos anos, muita gente critica que ele teve muito tempo para treinar, mas ele se machucou muito na primeira luta. Na segunda, fez um camp bem melhor, provou que teve uma evolução muito grande em todos os aspectos, mas é difícil. Você vê que o Mike Jackson só usou o boxe, era a arma principal dele, não queríamos ir para a trocação franca. Não podemos dizer que a defesa de quedas dele foi boa, porque o Punk não aplicou as quedas como planejamos. Queríamos que encurtasse e fosse para o double leg. Ele quase foi nocauteado com uma cotovelada forte, o que atrapalhou o plano”.

FOT: GETTY IMAGES
Confira todos os salários do UFC 225

Saiu mais uma lista de remunerações dos lutadores que atuaram no último evento do Ultimate. Todos os salários do UFC 225 foram divulgados, como de praxe, dias após o evento. Essa edição da maior organização de MMA do mundo foi realizada em Chicago, no sábado passado (09).

Vários fatos curiosos e nada comuns aconteceram nessa lista de salários do UFC 225. Robert Whittaker venceu Yoel Romero, este último não bateu o peso, teve que ceder 30% e ainda os US$ 50.000 (cinquenta mil dólares) de luta da noite para o campeão. Então,era esperado uma bolsa volumosa para Whittaker, e de fato veio. O neozelandês levou para casa US$ 610.000 (seiscentos e dez mil dólares),convertendo para o Real, a quantia gira em torno de R$ 2.257.000 (dois milhões, duzentos e cinquenta e sete mil reais). Enquanto o cubano faturou US$ 290.000 (duzentos e noventa mil dólares), que em nossa moeda, fica cerca de R$ 1.073.000 (um milhão e setenta e três mil reais).

Já no co-evento principal, mais uma coisa diferente nos salários do UFC 225. Rafael dos Anjos e, o agora campeão interino Colby Covington, levaram US$ 380.000 (trezentos e oitenta mil dólares) cada uma. A bolsa foi igual, independentemente da vitória do americano sobre o brasileiro. Se convertido em Real, a quantia gira na casa de R$ 1.405.000 (um milhão, quatrocentos e cinco mil reais).

Mas dos salários do UFC 225, dois em especial, roubaram a cena da noite de evento. Alistair Overeem e CM Punk tiveram pagamentos altíssimos, sendo a bolsa do peso pesado a maior do evento. Alistair Overeem lutou no card preliminar, foi derrotado, mas mesmo assim ainda faturou a bagatela de US$ 860.000 (oitocentos e sessenta mil dólares. Essa simbólica quantia do Overeem, em Real, gira em torno de R$ 3.182.000 (três milhões, cento e oitenta e dois mil reais).

Já o CM Punk, astro do WWE, ganhou a quantia nada irrisória  de US$ 503.500 (quinhentos e três mil e quinhentos dólares), por uma luta pífia. O lutador do cartel 0-2, se converter a bolsa para nossa moeda, terá ganho R$ 1.863.000 (um milhão, oitocentos e sessenta e três mil reais).

UFC 225
SALÁRIOS DO UFC 225 – CARD PRINCIPAL:

Robert Whittaker: US$ 610.000
Yoel Romero: US$ 290.000

Rafael dos Anjos: US$ 380.000
Colby Covington: US$ 380.000

Holly Holm: US$ 75.000
Megan Anderson: US$ 23.500

Andrei Arlovski: US$ 270.000
Tai Tuivasa: US$ 31.5000

Mike Jackson: US$ 23.500
CM Punk: US$ 503.500

SALÁRIOS DO UFC 225 – CARD PRELIMINAR:

Alistair Overeem: US$ 860.000
Curtis Blaydes: US$ 105.000

Cláudia Gadelha: US$ 63.000
Carla Esparza: US$ 44.000

Ricardo Lamas: US$ 68.000
Mirsad Bektic: US$ 51.000

Rashad Coulter: US$ 13.500
Chris de la Rocha: US$ 23.500

Rashad Evans: US$ 170.000
Anthony Smith: US$ 52.000

Joseph Benavidez: US$ 92.000
Sergio Pettis: US$ 76.000

Clay Guida: US$ 79.000
Charles do Bronx: US$ 165.000

Mike Santiago: US$ 13.500
Dan Ige: US$ 23.500

Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Amanda Nunes sinaliza para lutar contra Holly Holm e Cris Cyborg critica a 'Leoa'

No último sábado (09), houve o UFC 225 em Chicago, lá nos Estados Unidos. Uma das lutas principais da noite foi a batalha entre Holly Holm contra Megan Anderson, tendo Holm vencido. Agora, a Amanda Nunes está no radar da americana e, essa luta pode estar prestes a acontecer.

Após a sua vitória, Holly Holm cavou o seu credenciamento ao cinturão, dizendo que irá voltar para a divisão e que vai buscar o cinturão. Amanda Nunes, que estava acompanhando, e respondeu a declaração da filha do Pastor. Foi por meio das redes sociais que a ‘Leoa’ aceitou lutar contra a americana.

— Vamos fazer isso, Holly. – Disse a brasileira.

A Cris Cyborg, campeã do peso pena, não gostou nada da Amanda Nunes ter topado lutar contra Holly Holm. Em comunicado divulgado pelo portal ‘Ag.Fight‘, a Cyborg criticou a ‘Leoa’.

A principal indagação da Cyborg foi a Amanda ter fugido de um combate contra ela. Há um tempo a baiana declarou querer enfrentar a curitibana e isso despertou muito interesse de Dana White. Porém, o desenrolar das negociações não cominou com o casamento da luta. Mas, segundo Cyborg, ela pediu para que esse combate fosse realizado e, Amanda declarou estar lesionada.

A lesão de Amanda Nunes foi o pivô para a crítica da compatriota, afinal, como estar lesionada para enfrentar Cyborg e aceitar lutar contra a Holly Holm ?

Quando eu venci Holly Holm, ano passado, eu pedi uma luta contra Amanda no UFC 226, depois de ela ter me desafiado. Eu escolhi uma data longe o suficiente para que ela ficasse pronta para uma nova categoria e para a luta ser promovida apropriadamente, a fim de que não houvesse desculpas. Infelizmente, não sou a matchmaker, e Amanda lutou contra Pennington no Brasil em vez de dar aos fãs a superluta neste verão.

Agora, ela está alegando estar lesionada após a vitória dela, mas acho engraçado: depois de Holm tê-la desafiado, ela ficou magicamente saudável de novo. Essa situação toda me lembra Germaine de Randamie com a mão ano passado – disparou Cris Cyborg.

Carreira de Amanda Nunes, Holly Holm e Cris Cyborg

Aos 30 anos de idade, Amanda Nunes vive a sua melhor fase da carreira nesse momento. A ‘Leoa’ vem de sete vitória consecutivas e, se sagrou campe~dos galos quando venceu Miesha Tate no UFC 200. Como lutadora profissional de MMA, já fez 20 combates, tendo com saído como vencedora em 16 vezes e amargado 4 revezes. Amanda não saber o que é perder desde 2014.

Enquanto isso, Holly Holm não vive um mar de rosas na carreira, aos 36 anos. Das últimas seis lutas, Holm venceu apenas duas, mas ainda assim é nome de peso dentro do Ultimate. Como atleta profissional de MMA fez 16 combates, saiu como vencedora em 12 desses, e perdeu outras 4 lutas.

Por último, mas não menos importante, vem Cris Cyborg. A curitibana de 32 anos é apontada por muitos como a maior atleta feminina de todos os tempos. Cris Cyborg não sabe o que é perder desde a sua estreia em 2005. Das suas 22 lutas, Cris venceu 20, perdeu uma (como dito) e uma luta foi sem resultado.

Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC/Zuffa LLC

O card do Batalha MMA 13 já está definido. O evento nacional irá ser realizado no dia 30 de junho, na cidade de Osasco em São Paulo no Ginásio Poliesportivo Geodésico. Essa é a segunda vez que o evento aterrissa em Osasco.

Com 21 combates confirmados sendo duas disputas de cinturão. Na luta principal, um duelo entre os paulistas Leandro Compri contra Felipe “Felipinho” Cusciana pelo cinturão interino dos penas. Leandro vem de uma vitória, sobre Alex Silva no Batalha MMA 10, enquanto Felipe vem de dois triunfos seguidos, sobre Valmir Rodrigues e por último contra Matheus Rodrigues na 12º edição da franquia.

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Dana White demite Mike Jackson após vencer CM Punk no UFC 225

Na luta co-principal, Johnny “Kabeça” Gonçalvez duela contra o libanês Ali Bahjet pelo cinturão inaugural dos super-leves (74,8kg). Longe dos octógonos há um ano e meio, Johnny buscará a terceira vitória seguida. Já Bahjet, tentará emplacar a sétima vitória consecutiva, sendo a mais recente sobre Maxsuel Leonardo no Batalha MMA 12.

   CARD PRINCIPAL (Dia 30 de junho – Horário: 18 horas)

  • 66kg: Leandro Compri x Felipe Cuscianna – Cinturão interino peso-pena
  • 74,8kg: Johnny Kabeça x Ali Bahjet (Líbano) – Cinturão super-leve
  • 80kg: Cassiano Tytschyo x Cleber Souza
  • 77kg: Alyson Soneca x Anderson da Silva (Paraguai)
  • 66kg: Duda Sales x Rogério Lino
  • 63kg: Henrique Rasputin x Ricardo Sattelmayer
  • 77kg: Uyran Presunto x Reginaldo Corvo
  • 61kg: Euclides Viana x Tiago Besourão
  • 77kg: Alessandro La Garça x Lucas Thulie

      CARD PRELIMINAR

  • 77kg: Rodrigo Snoopy x Júlio César Mello
  • 66kg: Marcão Aurélio x Diogo Sotero
  • 120kg: Eduardo Gigante x Denilson Carioca
  • 88kg: Willian Medeiros x Rodolfo Castelo
  • 57kg: Thiago Tubarão x Haruki Armoa (Paraguai)
  • 70kg: Wagner Mangaba x Murillo Trindade
  • 66kg: Kauã Sousa x Rhalber Bernardo
  • 66kg: Aleksander Costelinha x Fred Zechinni
  • 70kg: Maurício Ruffy x Lucas Stifler
  • 57kg: Nicolas Santos x Guilherme Reviravolta
  • 57kg: Alan Ozano x Caique Araujo
  • 66kg : Alex Capoeira x João Fernandes
FOTO: DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA
Brasileiros e o cinturão do UFC, onde estão nossas chances ?

A derrota de Rafael dos Anjos para Colby Covington no último sábado (09) em Chicago, quando o brasileiro estava na porta de trazer o cinturão para o Brasil, deixou os fãs brasileiros preocupados e com poucas esperanças de termos uma nova chance de ver um lutador brasileiro buscando a cinta no maior evento de MMA do mundo este ano. Então vamos analisar todas as divisões do Ultimate,  para ver de onde pode pintar a combinação de brasileiros e o cinturão do UFC nos próximos meses.

Nas categorias femininas temos a campeã Cris Cyborg absoluta na divisão dos Penas. Inclusive o UFC tem dificuldades de encontrar uma adversária capaz de pelo menos dificultar a vida da brasileira. Temos Amanda Nunes, campeã dos Galos, com três defesas do cinturão. A categoria ainda conta com Ketlen Vieira que vem crescendo na divisão e pode ser a próxima a se tornar desafiante da Amanda Nunes. No Peso Mosca, categoria criada recentemente pelo UFC, não temos nenhuma atleta ranqueada no momento.

Nas categorias masculinas tínhamos duas grandes esperanças: Ronaldo Jacaré, que acabou  derrotado por Kevin Gastelum na luta que definiria o próximo desafiante ao cinturão dos Médios, e Rafael dos Anjos que acabou encurralado pelo jogo de clinche do falastrão Colby Covington, na luta que valia o cinturão interino dos Meio-Médios. Ainda assim, temos boas perspectivas em médio prazo.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Palha

Aqui, temos uma ótima chance. Jéssica Bate-Estaca deve ser oficializada como próxima desafiante ao cinturão de Rose Namajunas. A brasileira tem boas chances de vitória com o seu jogo em pé afiado, muita explosão e potência nos golpes, assim tem tudo para dificultar a vida da americana. Se não houver imprevistos e a luta for confirmada, a tendência é que tenhamos a brasileira disputando o cinturão em outubro ou novembro.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Mosca

A divisão amplamente dominada por Demetrious Johnson que varreu a categoria. Tem o recorde de defesas de cinturão, já são 11. O campeão tem luta marcada contra Henry Cejudo. São cinco os brasileiros ranqueados nessa categoria: Jussier Formiga (4º) (um dos poucos bem ranqueados que ainda não enfrentou o campeão), Wilson Reis (7º), Alexandre Pantoja (8º), Matheus Nicolau (11º) e Deiveson Figueiredo (14º). Jussier Formiga vem de duas vitórias consecutivas. Se conseguir uma luta contra um adversário duro como Sérgio Pettis nos próximos meses e vencer, provavelmente diante do campeão, possivelmente no início do
próximo ano.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Galo

Marlon Moraes vem de uma vitória acachapante contra o até então invicto Jimmie Rivera e se credenciou a próximo desafiante ao cinturão de TJ Dillashaw. Porém, o campeão tem luta marcada contra Cody Garbrandt. Se TJ vencer, a luta contra o brasileiro deve ocorrer por meados de dezembro. Se der Cody, provavelmente será marcada a trilogia entre ambos e o brasileiro teria que fazer mais uma luta pra se manter em atividade e lutar pelo cinturão somente em 2019. Raphael Assunção é outro brasileiro que está bem ranqueado nessa divisão.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Pena

Apesar das seguidas derrotas nas últimas lutas e da indefinição quando ao seu futuro no MMA, José Aldo ainda é a maior esperança brasileira entre os Penas. Se tudo der certo as chances dele voltar a lutar pelo cinturão são boas. O campeão Max Holloway, que projeta subir de divisão num breve futuro, vai encarar Brian Ortega. Se o desafiante vencer, o caminho do brasileiro ficaria interessante. Aldo tem luta marcada contra Jeremy Stephens. Se vencer bem e com um pouco de sorte ele pode ser alçado a próximo desafiante. Se considerarmos que Ortega já terá vencido Holloway e Frankie Edgar, e nunca enfrentou o brasileiro. Outro brasileiro que vem bem na divisão é Renato Moicano, mas ainda distante de chagar a uma luta por cinturão.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Leve

Talvez a categoria mais competitiva do UFC. Só temos Edson Barboza como brasileiro ranqueado nessa divisão. Atualmente ele é o número 6, porém está muito distante de lutar pelo título. Barboza já foi derrotado pelo campeão Khabib Nurmagomedov e vem de derrota para Kevin Lee.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Meio-Médio

A derrota de Rafael dos Anjos foi uma pancada para os fãs brasileiros. Rafael era a grande esperança brasileira de cinturão este ano. Porém, apesar da derrota para
Covington ele continua no caminho do cinturão porque ainda é um dos principais nomes da divisão. Uma nova luta com um desempenho convincente como a que ele fez contra Robbie Lawler vai recolocá-lo nos trilhos. O cinturão da divisão certamente será unificado ainda este ano e se Tyron Woodley vencer, as chances do brasileiro crescem. Kamaru Usman vem ganhando força na divisão e esse seria o adversário ideal para Rafael encarar, e se possível no mesmo evento de Woodley vs Covington. Se tudo der certo, no início de 2019 Rafael poderá ter nova chance pelo título. Demian Maia que vem de duas derrotas ficou distante. Alex Cowboy está em 14º no ranking e é uma esperança brasileira em longo prazo.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Médio

Apesar da derrota para Kevin Gastelum, Ronaldo Jacaré ainda pode sonhar com o cinturão. A vitória de Robert Whittaker sobre Yoel Romero foi boa para o brasileiro, que não perdeu tempo, e já pediu uma revanche contra o cubano. Whittaker deve encarar Gastelum provavelmente entre outubro e dezembro. Caso Jacaré consiga arrumar uma revanche contra Yoel Romero e  vencer, provavelmente estará como principal nome para enfrentar o vencedor de Whittaker vs Gastelum. Seria interessante pra ele também, se Cris Weidman permanecesse inativo por mais algum tempo. Machida vem de duas vitórias, mas pela idade e pelo caminho que precisaria percorrer, está distante. Paulo Borrachinha, Cara de Sapato e Thiago Marreta já chegaram ao ranking da divisão e são esperanças brasileiras para breve. Especialmente o primeiro que conta com a admiração de Dana White.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Meio-Pesado

O campeão Daniel Cormier tem luta marcada para julho na categoria de cima contra Stipe Miocic e isso deve travar a divisão pelo menos até o final do ano. Os dois brasileiros ranqueados na divisão tem lutas marcadas. Maurício Shogun encara Volkan Oezdemir e Glover Teixeira pega Ilair Latifi. Uma vitória deve colocar ambos os brasileiros a uma luta do title shot. Alexander Gustafsson provavelmente deverá ser o próximo desafiante nessa categoria.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Pesado

Assim como no meio-pesado a super-luta que irá ocorrer em julho entre o campeão Stipe Miocic e Daniel Cormier vai travar a divisão. Levando-se em conta que Fabricio Werdum foi pego em exame antidoping pela USADA e está esperando o desenrolar da contraprova e talvez até julgamento, não se sabe quando voltará a lutar. O brasileiro que teria melhores chances é Júnior Cigano, atualmente em 5º no ranking da categoria.

O problema é que Cigano vem de um longo período de inatividade e de uma derrota acachapante contra o atual campeão. Sendo assim, dificilmente veremos algum brasileiro disputando o cinturão dos Pesados a curto ou médio prazo. Portanto podemos esperar pelo menos mais dois brasileiros disputando cinturão ainda este ano. Com grandes chances que estes sejam Jéssica Bate-Estaca pelo Peso Palha e Marlon Moraes pelo Peso Galo. Apesar da fase no momento não ser das melhores para o MMA brasileiro dentro do UFC, esse cenário pode mudar ainda este ano.

Texto enviado por: Diego Piñeyrua Neto, atual representante do Octógono Virtual
Foto: Christoper Lee/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

O duelo entre Mike Jackson e CM Punk no UFC 225 não agradou o público e muito menos o presidente Dana White. O confronto aconteceu no último sábado (09) em Ilinois, Chicago nos Estados Unidos. Em um embate constrangedor, Mike venceu o ex-astro da WWE por decisão unânime.

Com os dois escalados como primeira luta do card principal, ambos iniciante, fizeram um combate abaixo das expectativas. Entretanto, apesar da vitória, Dana White não poupou palavras para criticar Mike Jackson após alegar que o americano não quis terminar com a luta. Ainda na coletiva, White anunciou a saída de Mike do evento.

“Não estou nem um pouco feliz com Mike Jackson. Ele agiu como um imbecil esta noite. Você ganha a chance de enfrentar CM Punk no card principal de um evento numerado e fica dando golpes idiotas na barriga estando montado?. Pareceu que ele jamais teve a intenção de nocautear, e ele teve diversas chances para fazê-lo. Ele nem tentou. Não sei o que ele fazia da vida antes de receber essa oportunidade, mas o que quer que seja, é bom voltar a fazer. Para mim, seu cartel é 0-2. Idiota. Sua carreira no UFC acabou. Eu não o colocaria nem mesmo no Contender Series. ele me pareceu um completo idiota, e eu estava ansioso para aquela luta acabar. Me arrependi por não tê-la colocado no começo do card preliminar”.

Multi-campeão na WWE (evento de telecath), CM Punk também não fará mais parte do plantel de lutadores do UFC, conforme confirmou Dana. O americano de 39 anos encerra sua passagem pelo Ultimate com duas lutas e duas derrotas.

“CM Punk encerrou sua participação no UFC. Ele tem 39 anos de idade, e nós lhe demos duas chances. Mesmo tendo mostrado muito coração hoje, não acredito que ele volte a lutar aqui”.

Após o polêmico anuncio de Dana White, Mike Jackson usou uma rede social para se justificar.

“Não entendi nada. Estou tentando ver o porquê de ter sido chamado de “pedante” e “desrespeitoso”. Me desculpem se não nocauteei Phil (CM Punk). O cara é muito duro, e eu não queria ser pego de surpresa por algum golpe vindo do nada. Imagine eu ser conhecido como o cara que perdeu para CM Punk. Na verdade, eu estava olhando para o meu córner para receber instruções

CONFIRA TODOS OS RESULTADOS DO UFC 225

FOTO: GETTY IMAGES

Mesmo longe dos octógonos, a ex-campeã dos galos feminino Ronda Rousey segue com moral no UFC. A americana foi indicada ao Hall da Fama do Ultimate, neste sábado (09), durante o UFC 225, em Chicago nos Estados Unidos. A cerimonia que oficializará a entrada ao seleto grupo de lendas do esporte, será durante a semana internacional de lutas no dia 5 de julho.

O presidente da organização, Dana White, inicialmente não concordava com mulheres no plantel do Ultimate, entretanto, com performances avassaladoras, Ronda Rousey modificou a opinião do “manda-chuva”, que atualmente, é um fã incontestável da musa.

“Não haveria mulheres no UFC sem Ronda Rousey. Ronda é uma pioneira absoluta e que me ajudou – e a muitas outras pessoas – a olhar para as mulheres nos esportes de combate de maneira diferente. Ela realizou tudo o que se propôs a fazer com o UFC e se tornou um ícone global e modelo. Hoje, as divisões femininas estão repletas de lutadoras incrivelmente talentosas e produzem algumas das melhores lutas que você já viu”, relatou Dana White.

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Em sua carreira no MMA, Ronda detém 12 vitórias e duas derrotas. A musa encerrou provisoriamente sua passagem pelas artes marciais mistas após emplacar dois revés seguidos, primeiramente, quando perdeu o cinturão após ser brutalmente nocauteada por Holly Holm no UFC 193 em novembro de 2015. Um pouco mais de um ano depois, Rousey voltou ao octógono, no UFC 207 quando novamente foi superada, dessa vez para a brasileira Amanda Nunes.

Atualmente, Ronda Rousey está na WWE, organização de telecath, onde os combates possui um enredo pré-determinado, onde existe uma roteirização e performances coreografadas.

FOTO: AP Photo/John Locher)

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