#Opinião 01 – Provocações no UFC – Até que ponto são positivas?

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 Sempre os eventos de luta foram marcados por rivalidade entre os competidores. Com o UFC não é diferente. Desde o começo existem rixas entre lutadores. É fácil lembrar de grandes rivais como: George ST Pierre x Nick Diaz, Brock Lesnar x Frank Mir, Anderson Silva x Chael Sonnen, Chuck Liddel x Tito Ortiz, Vitor Belfort x Wanderlei Silva e, agora por último, José Aldo x Conor McGregor e Ronda Rousey x Bethe Correia. No entanto, essas rivalidades sempre andam em paralelo com os xingamentos. Por um lado, estas provocações são bem positivas para os organizadores dos eventos, entretanto, o outro lado da moeda é que elas podem não ser tão boas assim para o esporte em si.
     A parte boa das provocações fica com os donos dos eventos, o dinheiro, no caso do UFC, com Lorenzo Fertitta e Dana White. Isso porque elas  funcionam como forma de apimentar a luta, fazendo com que os fãs de MMA se identifiquem ou criem antipatia com os protagonistas do combate, dessa forma, havendo uma divisão de torcidas e consequentemente uma grande expectativa para a luta. Com isso, os espectadores ganham um showzinho à parte e os donos do evento uma bolada de dinheiro.
    Por outro lado, as provocações não são tão legais assim para o esporte como um todo. Isso porque, sobretudo, pode fazer com que lutadores, por promoverem lutas, possam furar a fila na disputa de cinturão. O que não é positivo para o MMA em si, pois passa a privilegiar mais o cara que fala muito, ao invés de dar vantagem ao que tem qualidade técnica.
     As provocações, portanto, fazem o evento crescer muito, contudo, ultimamente elas têm privilegiado demais os falastrões, como no caso de Conor McGregor que não teria enfrentado nenhum top da categoria, mas o UFC iria realizar sua luta contra o campeão, José Aldo.
    Agora é com você, qual sua opinião sobre a forma como o UFC vem tratando os falastrões na organização? Deixei seu ponto de vista nos comentários.

                                                                                                           Por: Gabriel Machado

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