Na segunda luta do card principal do UFC Fight Night 133 em Boise, Idaho, o americano Chad Mendes não sentiu a falta de ritmo e por nocaute técnico, liquidou Myles Jury ainda no primeiro round.

O combate começou morno, com ambos respeitando a distância. Com um pouco menos de três minutos, Chad Mendes acertou um forte cruzado de esquerda, levando Myles Jury ao chão. Após mais alguns golpes, o árbitro central interviu a luta.

Chad Mendes foi declarado o vencedor por nocaute técnico aos 2 minutos e 52 segundos do primeiro round. O americano voltou ao octógono após ficar mais de dois anos afastado devido uma suspensão imposta pela USADA (Agência antidoping dos Estados Unidos) depois de ser flagrado em exame antidoping.

O peso-pena disputou o cinturão da divisão em três oportunidades, sendo as duas primeiras contra o brasileiro José Aldo, uma em 2012 quando foi nocauteado, e outra em 2014 derrotado por decisão unânime. Mendes voltou a disputar o cinturão em 2015, dessa vez interino, contra o irlandês Conor McGregor no UFC 189, onde acabou sendo superado no segundo round por nocaute técnico.

RESULTADOS DO UFC FIGHT NIGHT 133

Em um dos eventos mais esperados do ano, o Ultimate realizou neste sábado (07) na T-Mobile Arena em Las Vegas nos Estados Unidos, o UFC 226. Na luta principal, o campeão dos pesados Stipe Miocic enfrentou o campeão dos meio-pesados Daniel Cormier pelo cinturão dos pesados.

SE FIRMANDO DE VEZ NA HISTÓRIA

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FOTO: GETTY IMAGES/UFC

Daniel Cormier mais uma vez provou sua força. Apesar da desvantagem na altura, o campeão meio-pesado não se intimidou com o até campeão dos pesados Stipe Miocic, e por nocaute no segundo round, entrou para história após conquistar o segundo título de forma simultânea.

O confronto se iniciou com Stipe Miocic tentando cercar Cormier que respondeu com alguns uppercuts, Miocic agarrou Daniel Cormier e ambos ficaram agarrados com “DC” de costas para grade. Com pouco menos de três minutos a luta voltou a ficar em pé e Stipe Miocic continuando a tentar algumas sucessão de golpes conseguindo acertar bons socos. Daniel Cormier voltou a responder bem com chutes e alguns diretos. Na reta final do round, o duelo se desenvolveu na trocação franca onde Cormier conectou um forte cruzado de direita levando Miocic para o chão, seguindo com mais socos forçando o árbitro central a interromper o embate.

Aos 39 anos de idade, o campeão dos meio-pesados Daniel Cormier conquista o segundo cinturão simultâneo. Após a batalha, ainda no octógono, o americano desafiou o ex-campeão Brock Lesnar que subiu no cage. Os dois protagonizaram alguns empurrões e provocações. Mesmo com a não oficialização, ao que tudo indica, a primeira defesa de cinturão dos pesados de Cormier será contra o astro da WWE.

MUITAS VAIAS E POUCA EFETIVIDADE

No duelo que antecedeu a principal, os pesos-pesados Derrick Lewis e Francis Ngannou fizeram um combate bastante aguardado pelo fãs, entretanto, não superaram as expectativas.

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FOTO: UFC/GETTY IMAGES

A luta começou com os dois respeitando a distância com pouca movimentação. Apesar de buscar encurralar Lewis de costas para grade, Ngannou sofria com os contra-ataques do americano que tentava alguns chutes. Com vaias do público pela escassa efetividade, assim terminou o primeiro round.

Assim como na primeira etapa, o segundo round continuou devagar com ambos lutadores mostrando pequena ação. Francis Ngannou seguiu praticamente nulo na frente de Lewis que apenas esboçava alguns golpes em sequência.

Apesar de ambos no intervalo serem advertidos pelos treinadores para buscar mais a luta, o embate seguiu pouco empolgante com ambos mostrando pouca eficiência. Nos segundos finais, os dois tentaram aumentar a intensidade da luta, mas pouco fizeram, com muitos golpes no vazio. Final de luta, Derrick Lewis é declarado o vencedor por decisão unânime dos juízes laterais.

RESULTADOS UFC 226

CARD PRINCIPAL:
Daniel Cormier venceu Stipe Miocic por nocaute aos 4m33s do primeiro round
Derrick Lewis venceu Francis Ngannou por decisão unânime (29-28, 29-28, 30-27)
Mike Perry venceu Paul Felder por decisão dividida (29-28, 28-29, 29-28)
Anthony Pettis venceu Michael Chiesa por finalização aos 52s do segundo round
Khalil Rountree venceu Gokhan Saki por nocaute a 1m36s do primeiro round
CARD PRELIMINAR:
Paulo Borrachinha venceu Uriah Hall por nocaute técnico aos 2m38s do segundo round
Raphael Assunção venceu Rob Font na decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)
Drakkar Klose vence Lando Vannata na decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)
Curtis Millender venceu Max Griffin na decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)
Dan Hooker venceu Gilbert Durinho por nocaute aos 2m28s do primeiro round
Emily Whitmire venceu Jamie Moyle na decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)

Um importante combate foi adicionado para o UFC 228. O duelo será entre Jimmie Rivera contra John Dodson pela divisão dos galos. A informação foi confirmada inicialmente pelo site MMA Fighting.

Depois de emplacar 20 vitórias consecutivas na carreira, sendo cinco no UFC, o americano Jimmie Rivera sentiu o gosto amargo da derrota pela segunda vez em sua última luta. “El Terror”, foi superado pelo brasileiro Marlon Moraes após sofrer uma nocaute brutal ainda no primeiro round no UFC Fight Night 131, no dia 1 de junho.

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Em busca de manter uma regularidade na categorias dos galos, John Dodson venceu três dos cinco embates em sua nova divisão. Na carreira, o americano enfrentou o campeão dos moscas Demetrious Johnson duas vezes e foi superado em ambas oportunidades. Em sua última luta, venceu o brasileiro Pedro Munhoz por decisão dividida no UFC 222, no dia 3 de março.

O UFC 228 será realizado no dia 8 de setembro em local ainda não definido.

FOTO: DAVE MANDEL/SHERDOG

Brasileiros e o cinturão do UFC, onde estão nossas chances ?

A derrota de Rafael dos Anjos para Colby Covington no último sábado (09) em Chicago, quando o brasileiro estava na porta de trazer o cinturão para o Brasil, deixou os fãs brasileiros preocupados e com poucas esperanças de termos uma nova chance de ver um lutador brasileiro buscando a cinta no maior evento de MMA do mundo este ano. Então vamos analisar todas as divisões do Ultimate,  para ver de onde pode pintar a combinação de brasileiros e o cinturão do UFC nos próximos meses.

Nas categorias femininas temos a campeã Cris Cyborg absoluta na divisão dos Penas. Inclusive o UFC tem dificuldades de encontrar uma adversária capaz de pelo menos dificultar a vida da brasileira. Temos Amanda Nunes, campeã dos Galos, com três defesas do cinturão. A categoria ainda conta com Ketlen Vieira que vem crescendo na divisão e pode ser a próxima a se tornar desafiante da Amanda Nunes. No Peso Mosca, categoria criada recentemente pelo UFC, não temos nenhuma atleta ranqueada no momento.

Nas categorias masculinas tínhamos duas grandes esperanças: Ronaldo Jacaré, que acabou  derrotado por Kevin Gastelum na luta que definiria o próximo desafiante ao cinturão dos Médios, e Rafael dos Anjos que acabou encurralado pelo jogo de clinche do falastrão Colby Covington, na luta que valia o cinturão interino dos Meio-Médios. Ainda assim, temos boas perspectivas em médio prazo.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Palha

Aqui, temos uma ótima chance. Jéssica Bate-Estaca deve ser oficializada como próxima desafiante ao cinturão de Rose Namajunas. A brasileira tem boas chances de vitória com o seu jogo em pé afiado, muita explosão e potência nos golpes, assim tem tudo para dificultar a vida da americana. Se não houver imprevistos e a luta for confirmada, a tendência é que tenhamos a brasileira disputando o cinturão em outubro ou novembro.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Mosca

A divisão amplamente dominada por Demetrious Johnson que varreu a categoria. Tem o recorde de defesas de cinturão, já são 11. O campeão tem luta marcada contra Henry Cejudo. São cinco os brasileiros ranqueados nessa categoria: Jussier Formiga (4º) (um dos poucos bem ranqueados que ainda não enfrentou o campeão), Wilson Reis (7º), Alexandre Pantoja (8º), Matheus Nicolau (11º) e Deiveson Figueiredo (14º). Jussier Formiga vem de duas vitórias consecutivas. Se conseguir uma luta contra um adversário duro como Sérgio Pettis nos próximos meses e vencer, provavelmente diante do campeão, possivelmente no início do
próximo ano.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Galo

Marlon Moraes vem de uma vitória acachapante contra o até então invicto Jimmie Rivera e se credenciou a próximo desafiante ao cinturão de TJ Dillashaw. Porém, o campeão tem luta marcada contra Cody Garbrandt. Se TJ vencer, a luta contra o brasileiro deve ocorrer por meados de dezembro. Se der Cody, provavelmente será marcada a trilogia entre ambos e o brasileiro teria que fazer mais uma luta pra se manter em atividade e lutar pelo cinturão somente em 2019. Raphael Assunção é outro brasileiro que está bem ranqueado nessa divisão.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Pena

Apesar das seguidas derrotas nas últimas lutas e da indefinição quando ao seu futuro no MMA, José Aldo ainda é a maior esperança brasileira entre os Penas. Se tudo der certo as chances dele voltar a lutar pelo cinturão são boas. O campeão Max Holloway, que projeta subir de divisão num breve futuro, vai encarar Brian Ortega. Se o desafiante vencer, o caminho do brasileiro ficaria interessante. Aldo tem luta marcada contra Jeremy Stephens. Se vencer bem e com um pouco de sorte ele pode ser alçado a próximo desafiante. Se considerarmos que Ortega já terá vencido Holloway e Frankie Edgar, e nunca enfrentou o brasileiro. Outro brasileiro que vem bem na divisão é Renato Moicano, mas ainda distante de chagar a uma luta por cinturão.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Leve

Talvez a categoria mais competitiva do UFC. Só temos Edson Barboza como brasileiro ranqueado nessa divisão. Atualmente ele é o número 6, porém está muito distante de lutar pelo título. Barboza já foi derrotado pelo campeão Khabib Nurmagomedov e vem de derrota para Kevin Lee.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Meio-Médio

A derrota de Rafael dos Anjos foi uma pancada para os fãs brasileiros. Rafael era a grande esperança brasileira de cinturão este ano. Porém, apesar da derrota para
Covington ele continua no caminho do cinturão porque ainda é um dos principais nomes da divisão. Uma nova luta com um desempenho convincente como a que ele fez contra Robbie Lawler vai recolocá-lo nos trilhos. O cinturão da divisão certamente será unificado ainda este ano e se Tyron Woodley vencer, as chances do brasileiro crescem. Kamaru Usman vem ganhando força na divisão e esse seria o adversário ideal para Rafael encarar, e se possível no mesmo evento de Woodley vs Covington. Se tudo der certo, no início de 2019 Rafael poderá ter nova chance pelo título. Demian Maia que vem de duas derrotas ficou distante. Alex Cowboy está em 14º no ranking e é uma esperança brasileira em longo prazo.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Médio

Apesar da derrota para Kevin Gastelum, Ronaldo Jacaré ainda pode sonhar com o cinturão. A vitória de Robert Whittaker sobre Yoel Romero foi boa para o brasileiro, que não perdeu tempo, e já pediu uma revanche contra o cubano. Whittaker deve encarar Gastelum provavelmente entre outubro e dezembro. Caso Jacaré consiga arrumar uma revanche contra Yoel Romero e  vencer, provavelmente estará como principal nome para enfrentar o vencedor de Whittaker vs Gastelum. Seria interessante pra ele também, se Cris Weidman permanecesse inativo por mais algum tempo. Machida vem de duas vitórias, mas pela idade e pelo caminho que precisaria percorrer, está distante. Paulo Borrachinha, Cara de Sapato e Thiago Marreta já chegaram ao ranking da divisão e são esperanças brasileiras para breve. Especialmente o primeiro que conta com a admiração de Dana White.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Meio-Pesado

O campeão Daniel Cormier tem luta marcada para julho na categoria de cima contra Stipe Miocic e isso deve travar a divisão pelo menos até o final do ano. Os dois brasileiros ranqueados na divisão tem lutas marcadas. Maurício Shogun encara Volkan Oezdemir e Glover Teixeira pega Ilair Latifi. Uma vitória deve colocar ambos os brasileiros a uma luta do title shot. Alexander Gustafsson provavelmente deverá ser o próximo desafiante nessa categoria.

Brasileiros e o cinturão do UFC: Peso Pesado

Assim como no meio-pesado a super-luta que irá ocorrer em julho entre o campeão Stipe Miocic e Daniel Cormier vai travar a divisão. Levando-se em conta que Fabricio Werdum foi pego em exame antidoping pela USADA e está esperando o desenrolar da contraprova e talvez até julgamento, não se sabe quando voltará a lutar. O brasileiro que teria melhores chances é Júnior Cigano, atualmente em 5º no ranking da categoria.

O problema é que Cigano vem de um longo período de inatividade e de uma derrota acachapante contra o atual campeão. Sendo assim, dificilmente veremos algum brasileiro disputando o cinturão dos Pesados a curto ou médio prazo. Portanto podemos esperar pelo menos mais dois brasileiros disputando cinturão ainda este ano. Com grandes chances que estes sejam Jéssica Bate-Estaca pelo Peso Palha e Marlon Moraes pelo Peso Galo. Apesar da fase no momento não ser das melhores para o MMA brasileiro dentro do UFC, esse cenário pode mudar ainda este ano.

Texto enviado por: Diego Piñeyrua Neto, atual representante do Octógono Virtual
Foto: Christoper Lee/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Aconteceu neste sábado (14), o UFC Fight Night 133, diretamente de Boise, Idaho, Estados Unidos. No confronto principal, o brasileiro Junior Cigano enfrentou o búlgaro, Blagoy Ivanov, pela divisão dos pesados.

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Estreando no Ultimate, o carioca Raoni Barcelos enfrentou Kurt Holobaugh. Uma luta antes do brasileiro, também fazendo sua estreia, a peso-mosca Jennifer Maia, duelou contra a americana Liz Carmouche na terceira luta do card preliminar.

CARD PRINCIPAL:
Peso-pesado: Junior Cigano venceu Blagoy Ivanov por decisão unânime (50-45, 50-45, 50-45)
Peso-meio-médio: Sage Northcutt venceu Zak Ottow por nocaute aos 3m13s do segundo round
Peso-pena: Rick Glenn venceu Dennis Bermudez por decisão dividida (29-28, 28-29, 29-28)
Peso-meio-médio: Niko Price venceu Randy Brown por nocaute técnico aos 1m09s do segundo round
Peso-pena: Chad Mendes venceu Myles Jury por nocaute técnico aos 2m52s do primeiro round
Peso-galo: Cat Zingano venceu Marion Reneau por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-26)
CARD PRELIMINAR:
Peso-galo: Alejandro Perez venceu Eddie Wineland por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)
Peso-pena: Alex Volkanovski venceu Darren Elkins por decisão unânime (30-27, 29-28, 29-28)
Peso-mosca: Said Nurmagomedov venceu Justin Scoggins por decisão dividida (29-28, 28-29, 29-28)
Peso-pena: Raoni Barcelos venceu Kurt Holobaugh por nocaute técnico aos 1m29s do terceiro round
Peso-mosca: Liz Carmouche venceu Jennifer Maia por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28)
Peso-mosca: Mark De La Rosa venceu Elias Garcia por finalização (mata-leão) aos 2m do segundo round
Peso-palha: Jessica Aguilar venceu Jodie Esquibel por decisão unânime (30-27, 29-28, 29-28)

FOTO: GETTY IMAGES

Aconteceu nesta terça-feira (3) na madrugada em Las Vegas nos Estados Unidos, o World MMA Awards, no qual elegeu os destaques do MMA em 2017, realizada pela revista “Fighters Only”. Única vencedora do Brasil, Jhenny Andrade foi eleita pelo segundo ano consecutivo a “ring girl” do ano.

No prêmio mais cobiçado do evento, o campeão dos penas do UFC, Max Holloway, foi coroado como “lutador do ano”, enquanto a campeã peso palha do Ultimate, Rose Namajunas, foi escolhida a “lutadora do ano”, além de ter levado o prêmio de “zebra do ano” após ter derrotado a polonesa Joanna Jedrzejczyk no UFC 217.

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Além de Jhenny, mais quatro brasileiros concorreram, entretanto, não foram gratificados: Rafael dos Anjos (categoria “lutador do ano”); Cris Cyborg (categoria “lutadora do ano”); Diego Brandão (categoria “finalização do ano”); Edson Barboza (categoria “nocaute do ano”).

CONFIRA A LISTA DOS VENCEDORES:

Preparador do ano: Nick Curson
Finalização do ano: Demetrious Johnson – Contra Ray Borg no UFC 216
Veículo de imprensa do ano: MMA Fighting
Lutador revelação do ano: Brian Ortega
Virada do ano: Justin Gaethje – Contra Michael Johnson no TUF 25 Finale
Equipe do ano: American Top Team
Lutador internacional do ano: Robert Whittaker
Lutadora do ano: Rose Namajunas
Nocaute do ano: Francis Ngannou – Contra Alistair Overeem no UFC 218
Treinador do ano: Trevor Wittman
Jornalista do ano: Ariel Helwani
Ring girl do ano: Jhenny Andrade
Luta do ano: Justin Gaethje x Eddie Alvarez, UFC 218
“Zebra” do ano: Rose Namajunas -Contra Joanna Jedrzejczyk no UFC 217
Programa de MMA do ano: The Ultimate Fighter
Comentarista do ano: Dominick Cruz
Lutador do ano: Max Holloway
Árbitro do ano: John McCarthy
Organização do ano: UFC
Prêmio por conjunto da obra: John McCarthy

Amanda Nunes sinaliza para lutar contra Holly Holm e Cris Cyborg critica a 'Leoa'

No último sábado (09), houve o UFC 225 em Chicago, lá nos Estados Unidos. Uma das lutas principais da noite foi a batalha entre Holly Holm contra Megan Anderson, tendo Holm vencido. Agora, a Amanda Nunes está no radar da americana e, essa luta pode estar prestes a acontecer.

Após a sua vitória, Holly Holm cavou o seu credenciamento ao cinturão, dizendo que irá voltar para a divisão e que vai buscar o cinturão. Amanda Nunes, que estava acompanhando, e respondeu a declaração da filha do Pastor. Foi por meio das redes sociais que a ‘Leoa’ aceitou lutar contra a americana.

— Vamos fazer isso, Holly. – Disse a brasileira.

A Cris Cyborg, campeã do peso pena, não gostou nada da Amanda Nunes ter topado lutar contra Holly Holm. Em comunicado divulgado pelo portal ‘Ag.Fight‘, a Cyborg criticou a ‘Leoa’.

A principal indagação da Cyborg foi a Amanda ter fugido de um combate contra ela. Há um tempo a baiana declarou querer enfrentar a curitibana e isso despertou muito interesse de Dana White. Porém, o desenrolar das negociações não cominou com o casamento da luta. Mas, segundo Cyborg, ela pediu para que esse combate fosse realizado e, Amanda declarou estar lesionada.

A lesão de Amanda Nunes foi o pivô para a crítica da compatriota, afinal, como estar lesionada para enfrentar Cyborg e aceitar lutar contra a Holly Holm ?

Quando eu venci Holly Holm, ano passado, eu pedi uma luta contra Amanda no UFC 226, depois de ela ter me desafiado. Eu escolhi uma data longe o suficiente para que ela ficasse pronta para uma nova categoria e para a luta ser promovida apropriadamente, a fim de que não houvesse desculpas. Infelizmente, não sou a matchmaker, e Amanda lutou contra Pennington no Brasil em vez de dar aos fãs a superluta neste verão.

Agora, ela está alegando estar lesionada após a vitória dela, mas acho engraçado: depois de Holm tê-la desafiado, ela ficou magicamente saudável de novo. Essa situação toda me lembra Germaine de Randamie com a mão ano passado – disparou Cris Cyborg.

Carreira de Amanda Nunes, Holly Holm e Cris Cyborg

Aos 30 anos de idade, Amanda Nunes vive a sua melhor fase da carreira nesse momento. A ‘Leoa’ vem de sete vitória consecutivas e, se sagrou campe~dos galos quando venceu Miesha Tate no UFC 200. Como lutadora profissional de MMA, já fez 20 combates, tendo com saído como vencedora em 16 vezes e amargado 4 revezes. Amanda não saber o que é perder desde 2014.

Enquanto isso, Holly Holm não vive um mar de rosas na carreira, aos 36 anos. Das últimas seis lutas, Holm venceu apenas duas, mas ainda assim é nome de peso dentro do Ultimate. Como atleta profissional de MMA fez 16 combates, saiu como vencedora em 12 desses, e perdeu outras 4 lutas.

Por último, mas não menos importante, vem Cris Cyborg. A curitibana de 32 anos é apontada por muitos como a maior atleta feminina de todos os tempos. Cris Cyborg não sabe o que é perder desde a sua estreia em 2005. Das suas 22 lutas, Cris venceu 20, perdeu uma (como dito) e uma luta foi sem resultado.

Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC/Zuffa LLC

O Bellator realizou na noite desta sexta-feira (13), a 13º edição, diretamente de Thackerville, Oklahoma, Estados Unidos no WinStar World Casino & Resort. O duelo principal ficou entre a canadense campeã, Julia Budd, contra a brasileira, Talita “Treta” Nogueira, pelo cinturão do peso-pena feminino.

A luta: O confronto se iniciou com ambas se estudando, com Talita Treta buscando mais a luta. Em uma das tentativas de chute da brasileira, Julia Budd agarrou e conseguiu quedar Talita. No chão, e por cima, a canadense amassou a brasileira com um forte jogo no solo. Em uma tentativa de saída da paulista, Budd voltou a dominar Talita no chão até o final da primeira etapa.

Mais confiante no segundo round, Julia Budd voltou dominando o centro do octógono. Com menos de três minutos, a campeã colou “Treta” de costas na grade, buscando a queda. Pressionando Talita durante todo o round, Julia acertou uma boa joelhada e seguiu comprimindo Talita.

No terceiro round, assim como nos outros anteriores, Julia Budd continuou com seu forte grappler, abafando a estratégia da brasileira. Faltando menos de um minuto para o final do terceiro, Julia Budd emplacou uma boa sucessão de golpes em cima de Talita Nogueira, continuando no ground and pound e consequentemente terminando o combate.

Essa foi a segunda defesa de cinturão da canadense. Depois de conquistar o título em março de 2017 contra Marloes Coenen, a campeã derrotou Arlene Blencowe por decisão dividida no Bellator 189. Aos 32 anos de idade, a brasileira Talita Nogueira sentiu o gosto amargo da derrota pela primeira vez na carreira.

MENOS DE UM MINUTO DE LUTA, E DUAS LESÕES!

Ex-campeão dos galos, Dudu Dantas enfrentou o ex-UFC, Michael McDonald, na luta co-principal. O combate durou menos de um minuto, depois de um forte soco de direita do americano no brasileiro, que durante a queda no chão, lesionou o tornozelo direito.

A luta: Buscando o centro do octógono, Dudu Dantas começou cercando Michael, enquanto o americano respondia no contragolpe. Em uma das entradas, McDonald acertou um direto de direita no atleta da Nova União, seguindo com mais um sequência avassaladora no chão, levando o fim do combate. Depois do soco derradeiro, Dudu sofreu uma grave lesão no tornozelo direito.

Após a luta, Michael McDonald foi declarado o vencedor por nocaute técnico. Em entrevista ainda no octógono, o peso-galo afirmou que quebrou a mão esquerda. Com o triunfo, emplacou sua segunda vitória no Bellator. Já, Dudu Dantas, engatou mais um revés, depois de perder o cinturão dos galos diante de Darrion Caldwell em outubro de 2017.

Card Principal
Julia Budd venceu Talita Nogueira por nocaute técnico (socos) aos 4m07s do terceiro round
Michael McDonald venceu Dudu Dantas por nocaute técnico (socos) aos 58s do primeiro round
Chris Honeycutt venceu Léo Leite por decisão unânime
Valentin Modalvsky venceu Ernest James por nocaute técnico (socos) aos 4m03s do segundo round

Card Preliminar
Peso mosca: Veta Arteaga venceu Emily Ducote por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)
Peso meio-médio: Yaroslav Amosov venceu Gerald Harris por decisão unânime (30-26, 30-27, 30-27)
Peso leve: Will Morris venceu Charles Williams por decisão unânime (30-25, 30-26, 30-27)
Peso leve: Nation Gibrick venceu Luis Erives por finalização (chave de calcanhar) aos 1m:30s do primeiro round
Peso leve: Steve Kozola venceu Ryan Walker por nocaute técnico (socos) a 1m:45s do primeiro round
Peso pesado: Rudy Schaffroth venceu Jon Hill por nocaute técnico (socos) aos 0:42s do primeiro round
Peso meio-médio: Tyler Ingram venceu Fernando Gonzalez Trevino por finalização (mata-leão) aos 4m:13s do segundo round

O UFC confirmou mais um duelo para o UFC 227. Pela divisão dos galos, o brasileiro Pedro Munhoz enfrentará o galês Brett Johns no dia 4 de agosto em Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos.

Pedro Munhoz vinha com uma sequência de quatro triunfos consecutivos, entretanto, em sua última luta foi superado pelo americano John Dodson por decisão dividida no UFC 222, em março desse ano.  Em seu cartel, o paulista detém 15 vitórias, três derrotas e uma luta sem resultado.

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Em busca de recuperação, Brett Johns vem de derrota para Aljamain Sterling em abril, por decisão unânime no UFC Fight Night 128. Antes do revés, o peso-galo estava invicto com 15 vitórias seguidas.

CARD DO EVENTO ATÉ O MOMENTO: 

TJ Dillashaw x Cody Garbrandt
Demetrious Johnson x Henry Cejudo
Cub Swanson x Renato Moicano
Derek Brunson x Antônio Cara de Sapato
Alexander Gustafsson x Volkan Oezdemir
JJ Aldrich x Polyana Viana
Ricardo Ramos x Kyung Ho Kang
Buren Wuliji x Bharat Khandare
Bethe Correia x Irene Aldana
Pedro Munhoz x Brett Johns
Benito Lopez x Ricky Simon
Danielle Taylor x Weili Zhang

FOTO: USA TODAY SPORTS/JASON SILVA

O card do Batalha MMA 13 já está definido. O evento nacional irá ser realizado no dia 30 de junho, na cidade de Osasco em São Paulo no Ginásio Poliesportivo Geodésico. Essa é a segunda vez que o evento aterrissa em Osasco.

Com 21 combates confirmados sendo duas disputas de cinturão. Na luta principal, um duelo entre os paulistas Leandro Compri contra Felipe “Felipinho” Cusciana pelo cinturão interino dos penas. Leandro vem de uma vitória, sobre Alex Silva no Batalha MMA 10, enquanto Felipe vem de dois triunfos seguidos, sobre Valmir Rodrigues e por último contra Matheus Rodrigues na 12º edição da franquia.

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Na luta co-principal, Johnny “Kabeça” Gonçalvez duela contra o libanês Ali Bahjet pelo cinturão inaugural dos super-leves (74,8kg). Longe dos octógonos há um ano e meio, Johnny buscará a terceira vitória seguida. Já Bahjet, tentará emplacar a sétima vitória consecutiva, sendo a mais recente sobre Maxsuel Leonardo no Batalha MMA 12.

   CARD PRINCIPAL (Dia 30 de junho – Horário: 18 horas)

  • 66kg: Leandro Compri x Felipe Cuscianna – Cinturão interino peso-pena
  • 74,8kg: Johnny Kabeça x Ali Bahjet (Líbano) – Cinturão super-leve
  • 80kg: Cassiano Tytschyo x Cleber Souza
  • 77kg: Alyson Soneca x Anderson da Silva (Paraguai)
  • 66kg: Duda Sales x Rogério Lino
  • 63kg: Henrique Rasputin x Ricardo Sattelmayer
  • 77kg: Uyran Presunto x Reginaldo Corvo
  • 61kg: Euclides Viana x Tiago Besourão
  • 77kg: Alessandro La Garça x Lucas Thulie

      CARD PRELIMINAR

  • 77kg: Rodrigo Snoopy x Júlio César Mello
  • 66kg: Marcão Aurélio x Diogo Sotero
  • 120kg: Eduardo Gigante x Denilson Carioca
  • 88kg: Willian Medeiros x Rodolfo Castelo
  • 57kg: Thiago Tubarão x Haruki Armoa (Paraguai)
  • 70kg: Wagner Mangaba x Murillo Trindade
  • 66kg: Kauã Sousa x Rhalber Bernardo
  • 66kg: Aleksander Costelinha x Fred Zechinni
  • 70kg: Maurício Ruffy x Lucas Stifler
  • 57kg: Nicolas Santos x Guilherme Reviravolta
  • 57kg: Alan Ozano x Caique Araujo
  • 66kg : Alex Capoeira x João Fernandes
FOTO: DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA

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