Nesta quarta-feira (11), o UFC confirmou o elenco que irá compor o The Ultimate Fighter 28. O reality show irá ter início em agosto com a final em novembro, com as divisões dos penas feminino e peso-pesado masculino. Os treinadores serão Kelvin Gastelum e Robert Whittaker.

Na lista, estão dois brasileiros. Anderson Bradock, de 31 anos, possui no MMA 3 vitórias e uma derrota. O peso-pesado se consolidou no kickboxing, onde chegou a disputar o cinturão do Glory. Em sua última luta no cage, superou Julio Cesar por nocaute técnico no WOCS 50 em maio desse ano.

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Quem poderá voltar a ter uma chance no Ultimate, é Larissa Pacheco. A peso-pena de 23 anos esteve na organização entre 2014 e 2015, onde acumulou dois revés, contra Jessica Andrade e Germaine de Randamie. Após ser demitida do UFC, voltou em 2018, onde derrotou Karolline Rosa por finalização no WOCS 49 em março.

Confira a lista oficial:

Peso pena
Leah Letson (4-1)
Larissa Pacheco (11-2)
Marciea Allen (7-2)
Pannie Kianzad (9-3)
Bea Malecki (2-0)
Julija Stoliarenko (4-2-1)
Katharina Lehner (7-1)
Macy Chiasson (2-0)

Peso pesado
Ben Sosoli (6-2)
Maurice Greene (5-2)
Michel Batista (4-0)
Juan Diepa (8-1)
Justin Frazier (10-2)
Anderson Braddock (3-1)
Przemyslaw Mysiala (22-9-1)
Josh Parisian (7-2)

Essa coluna será produzida antes de todos os eventos do UFC (a princípio), destacando uma luta em especial, para análise e opinião. Espero que gostem.

O evento vai rolar nessa sexta feira, dia 7 de Julho, na T-Mobile Arena lá em Las Vegas – com a transmissão se iniciando as 18:55 da tarde, e tem um Card “garboso” para um evento de menor visibilidade como os TUF Finale costumam ser.

Como destaque, e embate que vou tomar para a análise e opinião, vejo a luta principal: Michael Johnson (5º) vs Justin Gaethje.

No entanto, há outros lutadores muito interessantes de se ver:

  • O veterano Gray Maynard e vai pegar o japa safadão Teruto Ishihara;
  • CB Dolloway que volta de um hiato de quase dois anos e, em nova categoria de peso, enfrenta Ed Herman;
  • Os invictos; Marc Diakiese e Drakkar Klose, que lutam na categoria mais disputada, o Peso Leve.
(foto: Mike Roach)

Bom, indo para o que interessa a luta escolhida do TUF Finale – Johnson vs Gaethje é a própria luta principal da noite; Michael Johnson vs Justin Gaethje.

A categoria dos Leves é um antro de destruição, empolgação e puro ódio no coração. Tirando o Campeão, que não anda muito afim de dar as caras no octógono, o resto da galera está quebrando o pau, com a maior qualidade que se pode esperar o UFC, o maior evento de MMA do mundo – e quiçá da galáxia.

O meu palpite é o seguinte: Johnson é mais experiente e tem como “vantagem” a qualidade, que pode ser duvidosa, dos adversários que Gaethje já enfrentou e, claro, o peso da estreia no maior evento do mundo, além do fato de ser canhoto. Vejo a luta terminando de três formas distintas, que dão a vitória para cada um. A primeira – que eu quero acreditar que não vai acontecer – é o combo de “mãos rápidas + movimentação + provação” do quinto colocado do ranking, que será demais para o estreante que sucumbira via TKO, graças ao volume de golpes. A segunda, é a de que o estreante vai suportar o primeiro round ligado em 330v de Johnson, aproveitar sua queda de ritmo e, capitalizar com seus golpes potentes e chutes precisos (e isso aqui pode ser a chave da parada), aplicando-lhe um TKO. Contudo a luta corre o risco de se estender e nenhum dos dois atletas conseguirem dar um fim a ela antes do soar do gongo, apesar disso, nesse cenário – que eu não acredito que vá ocorrer, o estreante leva vantagem por ter tido confrontos de 25 minutos mais vezes que o veterano, a não ser que MJ seja esperto e leve a luta na calma, controlando a distância e os avanços de seu oponente.

Mas aviso logo, eu posso estar tomado pelo Hype do “The Highlight”.

Primeiro, o veterano na organização – e no MMA, Michael Johnson, o Quinto colocado da categoria do Peso Leve (Até70kg), é um trocador volumoso, que usa o boxe como sua principal ferramenta, apesar de lançar bons chutes sempre que detecta brechas na defesa adversária – isso tudo se potencializa por ele ser canhoto, enquanto Justin é destro. Também tem como ponto forte sua movimentação, que aliado às mãos rápidas e alcance elevado para a categoria, o tornam um adversário muito perigoso. Johnson, no entanto, também faz uso de outra fórmula de sucesso; a provocação, sempre tentando intimidar ou entrar na cabeça de seu rival, o que nem sempre dá certo (como rolou como Nate Diaz). Um ponto negativo de seu jogo, que ficou muito claro em sua última luta (a derrota para Khabib Nurmagumedov), é se doar demais no primeiro assalto, colocando todo o peso do seu corpo nos golpes e/ou acelerar com sua movimentação o ritmo da luta, por exemplo, o que o levou – e leva em todas as vezes que isso se repetiu, a se cansar e ter dificuldades nos rounds subsequentes – o que é preocupante, pois sua luta é o combate principal da noite, com 5 rounds.

(foto: Mike Roach)

Justin Gaethje, ex-campeão do Peso Leve no WSOF, trilhou seu caminho até o UFC demolindo seus adversários sempre com atuações empolgantes. Munido de queixo duro e muita coragem, o HighLigth corta o octógono mordendo o protetor (nem isso as vezes..) acreditando no seu queixo, para poder lutar no in fight, onde brilha, explodindo com golpes potentes, em especial o upper de direita e, seu mata cobra que já colocou muito marmanjo estirado no chão, isso também munido de suas cotoveladas certeiras, numa espécie de “Dirty Boxing”. Apesar disso, o estreante tem ótimos chutes baixos, que danificam estruturas com precisão, e, altos, que costumam ser mortais quando bem utilizados. Há outra faceta no jogo de Justin Gaethje, que alguns as vezes podem esquecer, ele ganhou o título de All-American no Wrestling da primeira divisão, pela sua faculdade, o que coloca uma outra opção de jogo para o estreante. Porém, nem tudo são flores, além de enfrentar um oponente canhoto, Justin tem o mal habito de lutar de guarda baixa, de uma forma quase displicente, sempre sendo alvo de muitos golpes, e piora, quando se percebe que ele é um trocador estático, batendo parado, com pouca movimentação para trás, e basicamente nenhuma para os lados, pontos que seu adversário provavelmente vai explorar. Ainda explorando seus pontos fracos, o ex-campeão do WSOF não tem um cardio muito bem trabalhado, cansando costumeiramente na metade de suas lutas, contudo, pode-se pensar que como ele costuma lutar no evento principal da noite, a “metade da luta” significa pelo menos o segundo ou terceiro round.

Bom, para enfatizar; o estreante, Justin Gaethje, tem ao seu lado um melhor conjunto de habilidades quando pensamos no MMA como um esporte polivalente, ele é um trocador potente, mas não muito polido, e é capaz de levar a luta pro chão e gerar vantagem dessa forma. Enquanto o veterano, Michael Johnson, é um lutador que depende mais da sua movimentação e seu volume, que no primeiro assalto costuma ser impressionante, mas garante vantagem na trocação pela sua qualidade, tanto com mãos quanto com os pés. Portanto, a luta poderá ser decidida na estratégia: se Johnson implementar um ritmo acelerado no primeiro round não acredito que a guarda vazada e, o mal habito de aceitar golpes de Gaethje, poderão suportar o acúmulo de danos por muito tempo, levando o estreante a derrota, a primeira de sua carreira, contudo, isso pode ser prejudicial para MJ, caso ele não consiga definir o combate no primeiro round, deixando-o cansado. Em contra partida, HighLight pode se aproveitar do seu background na luta olímpica, para abafar o jogo do veterano, cansando-o, ele também pode explorar os chutes baixos, para danificar a perna da frente da base de Johnson, cortando sua capacidade de movimentação, nesse cenário, Justin passa a ter a vantagem, para poder aplicar seus potentes golpes e encurtar a distância, onde realmente brilha. Ainda assim, MJ pode optar por uma luta mais cadenciada, e inteligente, aproveitando as brechas do adversário, entrando e saindo, sem ser atingido, pontuando, até conseguir algum golpe bem aplicado ou encaminhar a vitória por pontos, principalmente sabendo que seu adversário é destro, o que da para si vantagem na luta em pé.

Então gente boa, é isso!

Vocês concordam? Discordam? Fala aê!

Independente do gosto, espero que tenha curtido a análise. Bom evento a todos!

Brasileiro anunciou aposentadoria após ser reprovado no exame antidoping (Foto: Adriano Albuquerque/Combate.com).

O rol extenso de lutadores em seu quadro de funcionários, faz com que, quase constantemente, a maior organização de MMA do mundo demita e/ou dispense vários atletas de seu plantel de lutadores.

Na longa lista da vez, constam 18 (dezoito) nomes de lutadores que tiveram seus contratos expirados e o Ultimate não efetuou contato para que houvesse a renovação do vínculo entre a organização e o atleta, cominando assim, na liberação de todos esses para fecharem novos contratos com outras organizações de MMA.

Entre os dispensados, há dois brasileiros, deles o mais conhecido é Ricardo ‘Demente’, que participou do The Ultimate Fight Brasil III. ‘Demente’ já estava afastado das lutas por estar cumprindo suspensão após cair no doping. Já Felipe Olivieri, teve pouca oportunidade dentro da organização, com apenas uma luta já foi dispensado, sua estreia com derrota (finalizado) no início de 2016 foi contra Tony Martin no UFC on Fox 18 – Johnson vs. Bader.

Além dos já citados brasileiros, a lista ainda conta com alguns lutadores conhecidos, certo que eles não chegaram nem perto do status de estrelas mas, quem acompanha o UFC conhecia os lutadores Brandon Thatch (que foi finalizado nas suas ultimas quatro lutas) e o ucraniano Nikita Krylov (chegou a emplacar cinco vitórias seguidas, perdendo apenas a sua ultima luta).

Confira a lista completa divulgada por “UFC Fighters Info”.:

Felipe Olivieri
Ricardo Demente
Brandon Thatch
Nikita Krylov
Li Jingliang
Yusuke Kasuya
Chris Avila
Jason Novelli
J.C. Cottrell
Nicolas Dalby
Dong-Yi Yang
Erick Montano
Viktor Pesta
Valerie Letourneau
Kelly Faszholz
Jocelyn Jones-Lybarger
Phillipe Nover
Nicolas Dalby

Godofredo Pepey é demitido do UFC

Mais um integrante do TUF Brasil I encerra seu contrato de forma negativa com a maior organização de MMA. Dessa vez, que passou pelo RH do Ultimate foi o finalista do reality Godofredo Pepey, após uma sequência de falhas.

Sua última luta dentro do UFC foi contra Mirsad Bektić em janeiro deste ano, onde foi nocauteado. Antes mesmo de acabar a primeira metade do round inicial, Pepey já sucumbiu, no UFC on Fox: Jacaré vs. Brunson II.

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Com a saída de Godofredo Pepey, restam atualmente apenas três remanescentes do elenco do TUF Brasil I. Dos dezesseis lutadores que participaram dessa edição, apenas Serginho Moraes, Trinaldo Massaranduba e Cezár Mutante continuam no UFC.

A informação sobre a demissão de Pepey do UFC, foi dada pelo portal americano ‘MMA Fighting‘. A maior organização de MMA do mundo vem reduzindo o seu vasto plantel de funcionários constantemente. A direção do UFC é bastante dura quanto a sequência de derrotas, raramente passando das três consecutivas. A má fase de Pepey, foi o principal pivô para a demissão.

Carreira de Godofredo Pepey

O cearense de 30 anos de idade, lutou 19 vezes como atleta profissional de MMA, vencendo em 13 oportunidades. Chegou invicto ao UFC, e sua primeira derrota foi na final do TUF I, frente a Rony Jason, campeão daquela edição. Após isso, venceu mais uma e posteriormente amargou mais duas derrotas, ficando na corda bamba do UFC pela primeira vez. Godofredo Pepey conseguiu se reerguer na organização com três vitórias consecutivas, mas voltou a ter uma baixa na carreira. das últimas quatro lutas, venceu apenas uma, sendo as duas últimas derrotas.

Com a quebra do contrato, Pepey agora está livre para atuar por outras organizações, sendo nacionais ou internacionais.

Michael Johnson e Justin Gaethje farão a luta principal do TUF 25 Finale (Foto: Reprodução)

O ex-campeão peso leve do WSOF, Justin “The Highlight” Gaethje (17-0) já tem data marcada para debutar na maior organização de Artes Marciais do Mundo. Será no dia 07 de julho, na luta principal da noite quando ele enfrentará o duríssimo Michael Johnson.

Invicto na carreira com 17 vitórias, Gaethje foi uma das principais aquisições do UFC no ano de 2017. O americano de 28 anos lutava pelo WSOF, onde foi detentor do cinturão dos leves e o defendeu por seis vezes seguidas com sucesso. Lutando profissionalmente no MMA desde 2011, o atleta natural de Safford, Arizona, nos Estados Unidos, soma 14 triunfos por nocaute/nocaute técnico no cartel, demonstrando assim sua trocação eficiente e perigosa.

Seu adversário será o também reconhecido pelas mãos pesadas e afiadas, Michael “The Menace” Johnson (17-11), que atualmente vem de derrota por finalização para Khabib Nurmagomedov no UFC 205. Número #6 do ranking oficial da categoria, Johnson detém o mesmo número de vitórias do oponente, sendo oito via nocaute e duas por finalização. Na carreira superou notáveis lutadores como Tony Ferguson, Joe Lauzon, Edson Barboza, Dustin Poirier, entre outros.

O duelo promete ser um show de luta em pé, ambos atletas são rápidos, resistentes, e precisos, precisam apenas de um golpe para acabar com a luta, sem dúvida será eletrizante.

O The Ultimate Fighter 25: Redemption Finale ocorrerá no dia 07 de Julho, na T-Mobile Arena, em Las Vegas. O evento contará com as finais do reality show comando nesta edição pelos rivais TJ Dillashaw e Cody Garbrandt.

Confira o card até o momento:

Michael Johnson vs. Justin Gaethje
Gray Maynar vs. Teruto Ishihara
Elias Theodorou vs. Brad Tavares
Jared Cannonier vs. Steve Bossé
Marc Diakiese vs. Drakkar Klose
Jordan Johnson vs. Marcel Fortuna
Angela Hill vs. Ashley Yoder
Ed Herman vs. CB Dollaway
Jessica Eye vs. Aspen Ladd

A maior organização de MMA do mundo vem para o Brasil mais uma vez, com o card recheado de boas atrações. A cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, servirá de palco para UFC FIGHT NIGHT: BELFORT x GASTELUM, e a mega estrutura será montada para receber o público no CFO – Centro de Formação Olímpica.

Faltando apenas 13 dias para a noite do evento (que acontecerá no dia 11 de março),  três importantes atrações para essa edição do Ultimate, os cearenses Rony Jason e  Godofredo Pepey, ambos ex participantes da primeira edição do TUF, além da paraibana Bethe Correia compartilharam um jeito inusitado de curtirem o carnaval.

Natural de Quixadá-CE, aos 32 anos, o campeão da primeira edição do TUF I na divisão dos penas, tenta reencontrar o caminho da vitória lutando no seu Estado. Rony Jason passa por um momento delicado na carreira e não vence desde março de 2014, após sair da Evolução Thai e voltar a treinar no Ceará, ‘Jason’ tenta repetir a façanha de sua última atuação em Fortaleza, quando venceu ainda no primeiro round com uma finalização. Em um cenário invejável, o lutador postou um vídeo de seu treino de monopla na praia.

Meu sábado de carnaval foi assim.. Treininho na praia com meu parceiro @arlisontenchiran rumo a vitoria @ufc Fortaleza dia 11 de março ai vou eu!! #boxing

Uma publicação compartilhada por Rony `Jason´ Mariano (@ronyjasonoficial) em

Já Godofredo Pepey lutará no quintal de casa, nascido em Fortaleza, tem 29 anos e vive boa fase. Das suas últimas cinco lutas, obteve quatro vitórias e com o foco para conseguir vencer mais uma luta no Ultimate. Aparentemente com o físico preparado para enfrentar a balança, Pepey ressaltou que sua folia será treinando para fazer uma boa luta em casa.

"UFC Fortaleza "Dia 11 De Março !Esse é meu carnaval ?????Hoje Depois da corrida de Domingo ! ?

Uma publicação compartilhada por Godofredo "Pepey" UFC (@godofredopepey) em

A paraibana casca-grossa Bethe Correia vem de vitória sobre Jessica Eye e, sem dúvida alguma, é nome forte para atrair o público cearense para essa edição do UFC Fight Night. Aos 33 anos, Bethe sobe ao octógono para enfrentar Marion Reneau e vem treinando duro para isso, não deixando de treinar nem no sábado de carnaval.

Meu sábado de carnaval não é pulando e correndo nos blocos… é na rua me preparando pra luta #ufcfortaleza

Uma publicação compartilhada por Bethe (@bethecorreia) em

Site confirma que Rony Jason foi demitido do UFC
Site confirma que Rony Jason foi demitido do UFC
Foto: Jason Silva-USA TODAY Sports

Após se envolver em uma grande polêmica na carreira, Rony Jason pode estar colhendo os frutos amargos da indisciplina. O vencedor do TUF Brasil I foi filmado agredindo uma mulher em uma festa em Quixadá-CE, sua terra natal.

Vivendo um momento péssimo na carreira como lutador de MMA, a pior fase desde que entrou no UFC. Rony Jason era um dos atletas que estava na corda bamba do UFC para uma possível demissão. O histórico da organização é de três lutas seguidas sem vitória, demitir o atleta, Rony Jason já não vence há quatro. E exatamente esse, foi o argumento usado para desligar o lutador da empresa.

No vídeo em questão, a mulher que sofreu as agressões de Rony Jason era a própria irmã do lutador. Entre conhecidos em comum, circulam mais de uma versão sobre o fato ocorrido. O lutador foi procurado por nosso portal para dar sua versão sobre o vídeo, mas não quis gravar entrevista.

Em um comunicado noticiado pelo portal americano ‘MMA Fighting’, o UFC anunciou que Rony Jason não pertence mais ao vasto plantel de lutadores da organização. No comunicado o UFC não tocou no assunto do vídeo e atribuiu a demissão a má fase do lutador.

– “O peso-pena do UFC, Rony Jason, foi liberado da organização depois de sofrer três derrotas em suas últimas quatro lutas”. A última luta do Jason no UFC foi em Fortaleza, em março de 2017.” – Dizia o comunicado.

Com 33 anos de idade, Rony até o momento tem 21 lutas como atleta profissional de MMA. Desses combates foram 14 vitórias, 6 derrotas e 1 ‘NC’. Sua última luta foi contra Jeremy Kennedy, em fortaleza, e foi derrotado por decisão unânime.

Hoje (16), Rony foi até a delegacia da mulher em Quixadá prestar depoimento. Em conversa com o G1, a delegada informou que não pode dar detalhes das investigações para não atrapalhar o andamento desta.

As testemunhas continuam sendo ouvidas, e o caso continua em andamento. Os depoimentos não podem ser antecipados para não atrapalhar as investigações– disse a delegada Janaína Siebra.

Confira o vídeo de Rony Jason agredindo a irmã na festa:

Joanne Calderwood na balança no primeiro duelo válido pelos moscas feminino do UFC (Foto: Reprodução/MMA Fighting)

Em meados de 2011, o atual presidente do UFC Dana White descartava implantar o MMA feminino na organização por falta de atletas de bom nível em número suficiente para criar as divisões de peso, mas ele cedeu ao apelo dos fãs e implementou as divisões femininas. Primeiramente até 61kg (Galos) em 2012, depois até 52kg (Palhas) em 2014 e recentemente até 66kg (Penas) em fevereiro de 2017.

Nesta quarta-feira (03) foi anunciado  que a 26° edição do The Ultimate Fighter será válida pela categoria feminina até 57kg (Moscas) e que a vencedora será coroada a campeã inaugural da divisão. O comunicado que traz a informação sobre o reality show informa que o TUF 26 está com suas inscrições abertas no site oficial do UFC para quaisquer lutadoras que tenham entre 21 e 34 anos e possuam pelo menos três lutas profissionais e um recorde de vitórias.

Alguns meses atrás Dana White também havia dito aos jornalista em Las Vegas que o UFC não tinha planos de instituir mais categorias femininas em 2017 além do peso-pena, porém, mudou de convicção. Segundo o site MMA Fighting os planos da organização eram para que o TUF 26 fosse realizado por mulheres no peso-galo e homens no peso-médio, entretanto, foram cancelados.

Em junho de 2016, o UFC promoveu uma luta oficial no peso-mosca feminino entre Joanne Calderwood e Valerie Letourneau no UFC Fight Night 89, onde Calderwood venceu por nocaute técnico no terceiro round em uma luta que serviu de teste para a empresa ou digamos uma pré-inauguração.

Agora com quatro categorias femininas, resta ao Ultimate apenas a criação do peso-átomo feminino (até 48kg), divisão reconhecida e ativa no One FC, Invicta FC, entre outros eventos. As filmagens do TUF 26 devem começar em julho deste ano e a estreia provavelmente em setembro, embora os treinadores principais ainda não tenham sido anunciados.

 

Dhiego Lima vai em busca de uma nova chance no ultimate (Imagem: MMA Junkie)

O UFC decidiu inovar na nova temporada do The Ultimate Fighter. A edição de número 25, contará com lutadores que já passaram pelo ultimate.

Dentre a lista de participantes, está o brasileiro Dhiego Lima, que foi demitido da organização em maio de 2015, ao perder o segundo duelo consecutivo. Outro nome que chamou atenção, foi o de James Krause, o americano vêm de dois triunfos consecutivos dentro do ultimate. Sua última participação foi em fevereiro de 2016.

O reality show terá início no dia 9 de abril nos Estados Unidos. No Brasil, ainda não foi divulgado a data. O vencedor será coroado no TUF Finale 25 em julho, entretanto, sem data ainda.

Como prêmio para o campeão, será dado o valor de 250 mil dólares, além de um novo contrato com o UFC. Os treinadores serão os pesos galos Cody Garbrandt e TJ Dillashaw, que também estarão lutando no evento.

Confira a lista completa com os novos participantes do TUF: 

  • Seth Baczynski – 20-14,
  • Julian Lane – 11-6, 29
  • Mehdi Bagdá – 11-5
  • Dhiego Lima – 12-5
  • Justin Edwards – 9-5
  • Ramsey Nijem – 9-6
  • Tom Gallicchio – 19-9
  • Gilbert Smith – 12-6
  • Eddie Gordon – 8-4
  • Joe Stevenson – 33-16
  • Hayder Hassan – 6-3
  • Jesse Taylor – 30-15
  • James Krause – 23-7
  • Hector Urbina – 17-10

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