

Cain Velasquez foi sentenciado a cinco anos de prisão nesta segunda-feira (24), na Califórnia, acusado de tentativa de homicídio. O julgamento, presidido pelo juiz Arthur Bocanegra, gerou grande repercussão no universo do MMA, mobilizando uma forte onda de solidariedade liderada por ex-campeões do UFC.
Com a hashtag “Free Cain” (“Cain Livre”), diversos lutadores conhecidos manifestaram apoio nas redes sociais. Entre os ex-campeões que apoiaram publicamente estão Chris Weidman, Anthony Pettis e Joanna Jedrzejczyk. Outros atletas populares, como Jorge Masvidal, Darren Till e o brasileiro Gilbert “Durinho”, também participaram do movimento.
As lendas do MMA Khabib Nurmagomedov e Daniel Cormier, antigos parceiros de treino de Velasquez na academia American Kickboxing Academy, não chegaram a utilizar a hashtag, mas igualmente prestaram homenagens. Khabib publicou uma mensagem de força em seu Instagram, chamando Cain de “leão”, enquanto Cormier escreveu um texto motivacional, destacando sua admiração pelo ex-campeão dos pesos pesados.
Cain Velasquez, que aceitou a pena sem recorrer, reconheceu que agiu de forma inadequada ao perseguir e atirar contra o veículo que transportava o homem acusado de abusar sexualmente de seu filho, colocando em risco outras pessoas inocentes. Apesar disso, o caso continua provocando forte comoção e gerando debates sobre justiça e proteção familiar.