
A medalhista de prata no Campeonato Mundial de Jiu-Jítsu, Tayane Porfírio, enfrentou uma situação delicada após testar positivo para maconha, resultando na anulação de sua conquista e em uma suspensão de três meses. A decisão foi anunciada na quarta-feira (2) pela Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA), que detectou a presença de um metabólito do THC em uma amostra coletada durante o evento.
O campeonato, realizado entre 28 e 31 de maio na Califórnia, viu Tayane competir na categoria super-pesado (até 100,5 kg). Apesar de seu desempenho notável, a amostra de urina coletada no último dia do torneio revelou níveis de Carboxy-THC que ultrapassaram os limites estabelecidos pela Agência Mundial Antidoping (WADA).
A USADA esclareceu que a atleta conseguiu demonstrar que o uso da substância ocorreu fora do período de competição e não afetou seu desempenho. Por essa razão, a punição foi reduzida a três meses, que teve início em 8 de julho, quando ela foi afastada provisoriamente.
Vale ressaltar que este não é o primeiro incidente de Tayane com as regras antidoping. Em 2019, a atleta já havia sido punida com uma suspensão de quatro anos após testar positivo para nandrolona durante o Campeonato Mundial do ano anterior.
Se Tayane tivesse optado por participar de um programa de tratamento aprovado pela USADA, sua suspensão poderia ter sido reduzida para apenas um mês. Contudo, a atleta decidiu cumprir a pena integral de três meses.
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